quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Órgão de patentes dos EUA rejeita pedido de indenização da Oracle contra o Google

O Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos (USPTO, na sigla em inglês) rejeitou pedido da Oracle de abertura de processo contra o Google. A empresa acusava o gigante das buscas de utilizar parte do software Java, adquirido com a compra da Sun Microsystems, para concepção do sistema operacional Android.

Na ação judicial, aberta em agosto do ano passado, a Oracle reivindicava US$ 6 bilhões em indenização. Uma acareação entre o CEO da Oracle, Larry Ellison, e o CEO do Google, Larry Page, foi marcada para outubro, mas que acabou sendo adiada para o ano que vem. Antes disso, os executivos tentaram uma conciliação, mas não foi bem sucedida. A Oracle tem seis meses para recorrer da negativa do USPTO.

Fonte: Ti Inside

Recife Summer School oferece cursos na área de TI

Estão abertas as inscrições para mais de 70 palestras, cursos, mesas-redondas e oficinas do Recife Summer School 2012. O evento, que é referência nas áreas de empreendedorismo e inovação, tem início a partir da próxima segunda-feira (02) e segue até o dia 16 de fevereiro, com uma programação bastante diversificada para atender estudantes, profissionais de TI e o segmento de economia criativa.

Na próxima semana, a Qualiti dará início a 11 cursos nas áreas de Java, Lógica de Programação, Preparação para Certificação Internacional (ISTQB), C# Completo e outras modalidades. Os valores variam de R$ 550 a R$ 1.710. A empresa Inove também oferece um curso de programação em C# que é reconhecido pela Microsoft. O Centro de Estudos Avançados do Recife (Cesar) participa com uma extensão em planejamento e-business. Dentre os seminários, destaque para uma palestra sobre desenvolvimento de software para TV Digital, que será realizada na próxima semana, no auditório do Cesar, pelo engenheiro de sistemas Vitor Hazin.

O Recife Summer School, criado em 2009, é promovido pelo Porto Digital e recebe o apoio do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação e da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco, entre outras instituições. Durante os 45 dias do evento, acontecem várias atividades distintas, como workshops, mesas-redondas, palestras e mini-cursos com o propósito de oferecer oportunidade de adquirir novos conhecimentos, trocar idéias, estabelecer networking e gerar oportunidades de negócios.

Clique aqui para ver a programação de cursos e como fazer a inscrição

Fonte: Diario de Pernambuco

HashDos: a brecha que afeta milhões de sites com PHP, Java e outras linguagens

A 23ª edição da Chaos Computer Club, conferência de segurança que acontece na Alemanha, começou essa semana e, para variar, as primeiras palestras já assustam. Além do aviso do pesquisador que encontrou uma brecha na rede 2G GSM que afeta milhões de celulares, hoje uma dupla de pesquisadores avisou que milhões de sites estão vulneráveis a um novo tipo de ataque de DoS, chamado HashDos, que pode deixá-los fora do ar se não for tratado logo.

Segundo os descobridores da brecha, os pesquisadores Alexander Klink e Julian Wälde, o problema está na maneira como certas linguagens usadas em servidores web armazenam valores em uma tabela hash. A grande maioria faz da mesma forma e pessoas mal-intencionadas podem tirar vantagem disso, enviando valores pré-determinados que sabem que não serão tratados como deveriam. Essas requisições, no final das contas, acaba gerando uma função quadrática que sobrecarrega os servidores.

Para provar que o método funciona, durante a apresentação dos detalhes do ataque, eles enviaram requisições do tipo HTTP POST com 2 MB de tamanho para um servidor web rodando Apache Tomcat. Isso fez com que o processamento do servidor atingisse 100% e permanecesse nesse nível durante toda a palestra.

Quais são as linguagens afetadas? A lista não é nada pequena. Nela constam PHP, ASP.NET, Java, Python, Ruby, Apache Tomcat, Apache Geronimo, Jetty, Glassfish, e até a V8, engine de renderização de JavaScript do Google.

A Microsoft já anunciou que vai liberar uma atualização para a ASP.NET que soluciona esse problema e versões mais novas do PHP (5.4.0RC4 e 5.3.9) já contam com uma correção. Mas segundo a W3Techs, a enorme maioria desses sites ainda roda a versão 5.2. PHP é a linguagem mais usada em servidores web no mundo, sendo responsável por cerca de 77% deles, ou 20 milhões de sites e 1 milhão de servidores web (números estimados).

Eis uma observação que oferece uma perspectiva interessante: os criadores da Perl, uma linguagem relativamente pouco usada na internet, trataram esse problema em meados de 2003.

A explicação é extremamente complexa, mas vale a pena pesquisar bem se você quiser impressionar seus amigos nerds: leia os detalhes nesse PDF liberado ontem pela dupla e veja aqui uma lista completa de linguagens afetadas e em quais versões delas essa falha já foi corrigida.

Fonte: TecnoBlog

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Java 8: O estado atual do lambda

Brian Goetz publicou uma atualização do "estado do lambda", dando informações da situação do plano de adicionar lambdas na linguagem Java, que também pode ser acompanhado pela JSR 335 e pela proposta de melhoria do Java número 126.

O plano para trazer os lambdas para a linguagem Java cobre tanto as sintaxes para funções anônimas, como planos para estender o conjunto de classes Java existentes (tal como as de Collections), com métodos que aceitem lambdas também. O objetivo é adicionar funções como map e filter, para que coleções possam ser processadas de forma mais funcional.

De modo a fornecer este comportamento nas interfaces existentes (e não somente nas classes básicas do Java), um novo tipo de método foi adicionado às interfaces, chamado método default (antes chamado método defender).

Isto efetivamente permite que interfaces tenham implementações de métodos, de forma bem parecida com as traits do Scala ou classes abstratas do Java. Quando um método é invocado através de uma referência de interface, o compilador inicialmente delega a chamada do método para uma instância; mas se nenhuma implementação do método for encontrada, o método default declarado na interface é invocado.

Diferentemente do que acontecia em versões anteriores da especificação, em vez de se definir um apontador para um método estático existente, a nova especificação permite métodos (mas não atributos) de interface com corpos válidos, identificados com a palavra-chave default. O seguinte exemplo adiciona o método skip() a todos os iterators:

interface Iterator {
boolean hasNext();
E next();
void remove();

void skip(int i) default {
for (; i > 0 && hasNext(); i--) next();
}
}

Como a mudança efetivamente adiciona a implementação de herança múltipla à linguagem Java, no caso de colisões (quando o mesmo método default é herdado por dois caminhos separados), o método precisa ser redefinido na classe. Ou então um dos métodos default deve ser explicitamente chamado através do construtor: new Iterator.super.skip().

Outra recente mudança é a sugestão de alterar a sintaxe das referências a métodos, de Person#compare, inspirada no JavaDoc, para uma sintaxe mais inspirada no C++ como Person::compare. Qualquer que seja a sintaxe adotada, as referências de métodos fornecem um atalho tipado para um método que recebe um lambda.

Embora as expressões atuais do lambda não tenham sofrido muitas alterações, algumas partes da sintaxe e da terminologia vêm sendo revisadas. Por exemplo, a decisão anterior era de usar =>, adotado em C# e Scala, como sintaxe para introduzir uma expressão lambda; agora a sintaxe foi alterada para ->. Assim, uma função que retorna a negação dela mesma, pode ser escrita como int a -> -a. (Se o tipo de a puder ser inferido, ele é usado como alternativa; no caso de expressões em que o compilador não consegue identificar o tipo como byte, short, int ou long, será preciso fazer a distinção explicitamente ).

Outra mudança em terminologia ocorre para classes como Runnable e Action. Estas são interfaces com um único método abstrato, antes chamadas tipos SAM (Single Abstract Method). Para estimular o seu uso mais amplo no Java, agora são chamadas de interfaces funcionais.

A mudança visa encorajar o uso desses tipos como sendo conversíveis para um tipo mais geral, partindo de uma referência a um método. Dessa forma, onde um código Java existente tem métodos que esperam instâncias de Comparator, pode-se passar agora uma expressão lambda ou um handle do método com a mesma assinatura do método compareTo() do Comparator. Embora tecnicamente o Comparator tenha dois métodos abstratos (compareTo() e equals()), ainda é visto como uma interface funcional, pois equals() já é disponibilizado em Object.

Embora as funções tipadas tenham sido consideradas (estão disponíveis em um rascunho inicial da especificação), foram rejeitadas, pelo menos por agora. Isso porque apagar uma função tipada causa problemas na versão atual da JVM. Embora não esteja descartada a inclusão das funções tipadas no futuro, há a expectativa de que interfaces funcionais baseadas em tipos sejam mais úteis em Java do que um novo tipo funcional.

Os lambdas continuam tendo uma vantagem na qual o tipo do argumento pode ser inferido sem ter que se definir explicitamente o tipo (a menos que haja necessidade de distingui-lo, como mencionado). Lambdas podem também ser recursivos e capturar estados de escopos externos (lambdas que capturam escopos externos são conhecidos como closures). A captura acontece somente para variáveis com modificador final. No entanto, a adoção de um "final efetivo", significa que o final pode ser inferido em muitos locais e não precisa ser explicitamente mencionado.

A adição de lambdas à linguagem Java, juntamente com referências a métodos, irá reduzir significativamente a quantidade de código repetitivo necessário para operações comuns. Por exemplo, para ordenar um array de strings diferenciando maiúsculas e minúsculas, poderá ser escrito:

Arrays.sort(names, String::compareToIgnoreCase)

Juntamente com os métodos default, que permitem que interfaces cresçam (como os traits do Scala) sem afetar os códigos existentes, essas mudanças deixarão o código Java muito mais conciso. Não teremos um completo híbrido objeto-funcional, mas veremos um crescimento no número de bibliotecas com estilo funcional a partir do JDK8.

O código compilado com lambdas e métodos default não rodará em versões anteriores ao JDK8, mas será possível compilá-lo com versões mais antigas do JDK e usá-lo de maneira funcional. O processo será parecido com o que foi utilizado para trazer os tipos genéricos gradualmente para a linguagem Java.


Postado por Alex Blewitt , traduzido por Rafael Sakurai
Fonte: InfoQ

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Formación Digital estreia Oracle SDP no Brasil

Oracle University e Formación Digital formam aliança para oferecer cursos on-line com diferentes tecnologias da Oracle

A Oracle University, divisão educacional da empresa que está presente em mais de 86 países, expandiu para Brasil, Chile e México sua parceria com a espanhola Formación Digital para oferta de cursos online em Java, MySQL, Oracle 11g, entre outras tecnologias.

O acordo, que já existe há mais de um ano na Colômbia, faz parte do programa Skill Development Partnership.

“É nossa primeira parceria no programa, que será ampliado nos próximos anos, com meta de capacitar 18 mil pessoas nos quatro países agora conveniados”, destaca Elba Medina, VP da Oracle University América Latina.

Conforme Juan José Rojo Gomes, diretor da Formación Digital, todos os cursos e certificações da parceria já estão disponíveis nos quatro países, a “um custo acessível e com facilidades de pagamento”.

Mundialmente, a Oracle Academy conta com um total de 1,5 milhão de estudantes.

Em 2011, a iniciativa se intensificou na América Latina, com aumento de 66% na participação de alunos, alcançando a marca de 108.640 pessoas.

Fonte: Baguete

Java 7 com novos efeitos

Essa semana, a Oracle disponibilizou uma segunda atualização para o Java 7, que foi lançado no verão 2011, assim com o Update 30 para a versão anterior, Java 6. A atualização para o Java 7, com o número de versão 1.7.0_02-b13, inclui uma nova versão da máquina virtual Java HotSpot, que foi atualizado para melhorar confiabilidade e desempenho. O Java 7 agora suporta o Solaris 11 e a versão 5 e superiores do navegador Firefox.

O Java Development Kit (JDK) agora inclui o SDK para desenvolver aplicativos JavaFX. O uso desse SDK requer a instalação da versão 2.0.2 do framework da Oracle para aplicativos RIA -Rich Internet Application. Mais informações sobre as falhas corrigidas e outras aspectos do Java SE 7 Update 2 podem ser encontrados nas notas de lançamento dessa versão.

O Java SE 6 Update 30 foi atualizado para melhorar o desempenho e estabilidade de aplicativos Java e está agora certificado para o Red Hat Enterprise 6. Mais informações podem ser encontradas nas notas de lançamento associadas. Ambas atualizações estão disponíveis para download na página Oracle's Java SE Downloads, que inclui os lançamentos de runtime e JDK de cada versão.

Fonte: Linux Magazine Online

Liberado Spring Roo 1.2.0

Versão 1.2.0 do Spring Roo, a ferramenta de desenvolvimento para a criação rápida de aplicativos Java, foi liberada. Em um anúncio no blog da SpringSource, o líder do projeto Roo, Alan Stewartdiz, diz que o release representa uma quantidade significativa de esforço de engenharia, e inclui todos os mais populares recursos que a comunidade Roo solicitou. Spring Roo agora apóia projetos (multi-módulo) Maven, permitindo a criação de projetos que têm uma similaridade com Object Model Project (OMP), com módulos de múltiplos projetos. Ele também suporta 2.0/PrimeFaces JSF, permitindo o uso de componentes a partir da biblioteca PrimeFaces 3.0.

Outros novos recursos incluem suporte para uma camada de serviços e uma camada de repositório flexível, suporte flexível GWT, suporte ao MongoDB, multi-esquema de apoio para Roo's DBRE (engenharia reversa de banco de dados), e muitas melhorias na usabilidade do shell Roo.

SpringSource http://www.springsource.org/spring-roo#documentation

Fonte: Under-Linux

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Canonical vai remover Java do sistema de usuários

A Canonical anunciou essa semana algo controverso: a empresa vai remover sistematicamente o Java do Ubuntu, deixando espaço para alternativas livres. A decisão tem base nos problemas de segurança encontrados nos pacotes JDK do Java, usados também em navegadores. Várias das vulnerabilidades foram descobertas em outubro e até hoje permanecem sem solução, oferecendo risco aos usuários. Dessa forma a Canonical achou mais fácil desabilitar o plugin e cortar o mal pela raiz.

As primeiras versões do Ubuntu a serem afetadas serão a 10.04 LTS, 10.10 e 11.04. A ideia envolve substituir os pacotes disponíveis atualmente no repositório de Parceiros com pacotes vazios. Assim, ao fazer a atualização, o próprio Ubuntu removeria todos os arquivos do sistema.

A Canonical já está alertando aos usuários para que migrem para OpenJDK e desinstalem o JDK da Oracle (caso eles o tenham baixado e instalado manualmente), ou eles poderão “experimentar falhas após a atualização dos pacotes”.

Marc Deslauriers, da Canonical, comentou sobre a decisão dizendo que eles podiam remover os pacotes dos repositórios e deixar os pacotes inseguros nos sistemas dos usuários ou remover tanto dos repositórios quanto dos sistemas, de forma remota. “Não há uma forma perfeita de lidar com isso”, ele disse, “mas infelizmente essa é melhor maneira de lidar com o problema e garantir que nossos usuários permaneçam seguros, ao custo de quebrar algumas instalações”.

Portanto, se você ainda não usa o OpenJDK ou o icedtea, é bom começar a se preparar, ou muito em breve terá problemas para acessar páginas que tenham código Java.

Fonte: TecnoBlog

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

JavaOne Brasil 2011: Vídeo do Community Keynote

Pessoal,

Vejam os vídeos de momentos do JavaOne 2011.

O keynote foi encerramento do JavaOne – e um grande obrigado a Oracle que abriu mão desse espaço e cedeu para a comunidade Java, que está muito bem representada pela Fabiane Nardon e Bruno Souza.

Neste Link


Fonte: Loiane

Palantir Lança Projetos em Java

A empresa de análise de informações Palantir, lançou dois projetos Java, uma biblioteca MVC e uma ferramenta de monitoramento de plataforma como código aberto, licenciada sob a Apache. Cinch é uma biblioteca projetada para simplificar aplicativos MVC Swing, em desenvolvimento utilizando anotações Java como @Bindable, @Bound, @Action e @EnabledIf para conectar os models, views e controllers. As anotações tomam o lugar do padrão mais comum de objetos anônimos associados com elementos de interface do usuário. A empresa diz que utiliza Cinch em seu produto Government Palantir.

O outro projeto, Sysmon, é uma ferramenta leve de monitoramento, para coletar dados de desempenho de CPU, disco e rede de sistemas. A aplicação, que atualmente só é capaz de monitorar as plataformas Linux, reúne as informações estatísticas e pacotes com JMX (Java Management Extentsions), onde pode ser acessada por outras ferramentas, incluindo jconsole. O software foi originalmente construído como parte de seu produto Monitoring Server.

Fonte: Under-Linux

Grails 2.0

Acabou de sair do forno a nova versão do Grails, intitulada Grails 2.0!

Aqui podemos ver todas as alterações da nova versão
http://blog.springsource.org/2011/12/15/grails-2-0-released/

esta url podemos ver como migrar das versões anteriores
http://grails.org/doc/2.0.x/guide/gettingStarted.h...ngFromPreviousVersionsOfGrails

Fonte: GUJ

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Liberado Spring Framework 3.1

A VMware's SpringSource anunciou a disponibilidade geral do seu Spring 3.1, o framework de código aberto para desenvolvimento de aplicativos Java. Spring 3.1 é a primeira versão a incluir suporte "first class" a Java 7; as versões anteriores irão trabalhar com Java 7, mas o ramo 3.1 tem suporte para JDBC 4.1 e configuração ForkJoinPool. A abstração declarativa de cache usando afirmações como @CacheEvict e @Cacheable, é projetado para tornar mais simples a definição das interações entre o código de aplicativos e provedores de cache.

Aplicações Web podem agora ser bootstrapped sem um arquivo web.xml, graças a um mecanismo de WebApplicationInitializer como o framework oferece aos desenvolvedores uma alternativa baseada em XML. O processamento MVC foi revisto com suporte atribute flash, anotações @RequestPart para fazer upload de várias partes, e refinamentos com suporte a REST.

Spring Source http://www.springsource.org/node/3334

Fonte: Under-Linux

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Bematech reforça parceria com C.E.S.A.R

A Bematech anuncia nova parceria com o C.E.S.A.R – Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife -, do qual é esperado a criação de um sistema de ponto de venda (PDV), apresentando funcionalidades já demandadas pelos clientes, como por exemplo, uso simplificado, facilidade para treinamento (devido à alta rotatividade dos funcionários dos estabelecimentos) e integração total com programas de fidelidade e promoções.

O processo de desenvolvimento idealizado pelo C.E.S.A.R envolve quatro fases: estudos e pesquisas, ideação, prototipação e avaliação. Na primeira, serão visitados estabelecimentos de uma grande rede de varejo – cliente da Bematech – para avaliar e entender as necessidades dos usuários finais. Após a definição da solução, que ocorre na segunda etapa, o Centro disponibilizará um protótipo que será utilizado para o teste de usabilidade com o usuário final. Esse aspecto é extremamente importante no projeto, por se tratar de um produto utilizado diariamente e que exige rapidez durante a execução das tarefas.

“Nosso objetivo é inovar continuamente no desenvolvimento de soluções que agreguem valor ao dia a dia dos nossos clientes. Por isso, buscamos estabelecer alianças com parceiros que atendam de forma eficiente esta nossa exigência. Sendo assim, nossa expectativa é que a parceria com o C.E.S.A.R seja de suma importância para a consolidação do nosso produto de PDV como o melhor do mercado e que, efetivamente, apoie os clientes na produtividade e rapidez das vendas”, afirmou em comunicado à imprensa Antenor Gomes Neto, diretor adjunto de desenvolvimento de software.

O escopo técnico do projeto em questão envolve, ainda, a criação do design do wireframe e implantação da interface gráfica do usuário (compatível com sistemas touch screen e desktop) em Java para o sistema PDV multiplataforma (Windows e Linux) da Bematech. É esperado que o novo PDV esteja concluído até o final de dezembro.

Fonte: ItWeb

1º Aljug Java Day

Olá pessoal,

Quero deixar aqui meus agradecimentos a todos que compareceram ao evento, as pessoas que me ajudaram e apoiaram: SouJava, Cesmac, Oracle, IlhaSoft.

Quero agradecer também ao Stephen que mostrou bastante participativo e pela sua simplicidade. Quero dizer que foi de alto nível a palestra do Stephen todos gostaram e ficaram curioso para aprender Scala, Visage, GrovvyFX e JavaFX linguagens muito interessante e de produção.
Palavras do Stephen :
I enjoyed talking to the folks who came out for the event. I hope that this encourages them to try new technologies and improve their skillset.

E gostaria de comunicar que já estamos conversando para o próximo ano.

O Evento:
Apresentação do Daniel Amaral

Stephen batendo um papo com todos.

Palestra sobre JavaFX 2.0 com Stephen Chin

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O que custa mais: corrigir falhas em apliçações Java ou Cobol?

Aumenta a quantidade de software mal projetado no mercado mundial, criando uma série de riscos para as organizações, revela relatório global que analisou 745 aplicações. Esses produtos apresentam problemas de programação que violam as boas práticas de arquitetura e de codificação, contribuindo para elevar o chamado débito técnico, que vem ganhando ampla atenção no mundo corporativo.

O termo débito técnico está sendo utilizado pelo mercado para definir a dívida que as equipes de desenvolvimento assumem quando escolhem uma metodologia mais fácil e rápida para criação de aplicativos. Esse tipo de abordagem pode comprometer a qualidade do software e trazer impacto para as companhias no longo prazo.

Os especialistas dizem que assim como o saldo negativo em banco exige pagamento com cobrança de juros, a dívida técnica também pode ter custo alto para as corporações. Uma hora ela precisa ser quitada com a correção das linhas dos códigos escritos errados.

A pesquisa das 745 aplicações foi realizada pela Cast Software, desenvolvedora de ferramentas que avalia a solidez de engenharia da arquitetura e codificação de um aplicativo. A empresa analisou programas de 160 companhias de aproximadamente 12 segmentos da economia.

Uma das conclusões do estudo é que o desenvolvimento de programas com códigos de má qualidade é muitas vezes resutado das decisões de negócios de cortar custos. Para reduzir os investimentos dos projetos, as companhias acabam contratando programadores sem muita habilidade.

Outro fator é a pressão em cima da equipe para que as aplicações sejam desenvolvidas rapidamente para cumprir o cronograma dos projetos. O reflexo são programas que causam falhas de sistemas, diminuem o desempenho dos computadores e abrem brecha de segurança para ataques, entre outros problemas.

Reparar as linhas de código depois que o software está pronto, além de custar muito causa problemas técnicos. Um exemplo histórico de débito técnico foi o “Bug de 2000”, quando muitas aplicações estavam prontas para interpretar os dígitos “00” na virada daquele ano como 1900.

Organizações em todo o mundo gastaram somas incalculáveis de dinheiro para corrigir os dois dígitos. Muitas das aplicações foram destruídas porque desenvolvedores sabiam que o erro surgiria eventualmente.

Custo da correção

A análise da Cast encontrou 1,8 mil tipos de falhas de desenvolvimento em aplicações escritas em Java EE, Cobol, .Net, C, C + + e outras linguagens de programação. A companhia estima que o custo médio para eliminar os bugs por linha de código é de 3,61 dólares. Esse cálculo se baseia no preço hora de 75 dólares cobrado nos Estados Unidos para correção de erros de software.

Outra constatação da pesquisa da Cast é que corrigir falhas de aplicativos desenvolvidos em Java custa mais. O preço para eliminar bugs desta tecnologia é de 5,42 doláres por linha de código, enquanto o mesmo trabalho na plataforma Cobol sai por 1,26 dólares.

Bill Curtis, cientista-chefe da Cast, explica que corrigir linhas de código de Cobol custa menos porque a linguagem é mais antiga e os programadores são mais experientes. Por estarem atuando há mais de 30 anos com nessa tecnologia, eles conseguem corrigir falhas críticas mais rapidamente.

Sobre Java, Curtis constata que há muitos profissionais iniciando agora o desenvolvimento nesta linguagem sem formação científica em computação. “Tem uma enorme quantidade de pessoas escrevendo código sem ser guru em engenharia de software", percebe o executivo.

Implicações do débito técnico


O estudo da Cast reforça a necessidade de as companhia entenderem as implicações do débito técnico, informa Carolyn Seaman, professora adjunta de sistemas de informação da Universidade de Maryland, em Baltimore (EUA), e coordenadora de um programa da National Science Foundation sobre esse tema. De acordo com ela, o tema gera preocupação devido ao risco que pode trazer para os negócios.

O instituto de pesquisas Gartner estima que o débito técnico no mercado mundial subirá de 500 bilhões de dólares em 2010 para um trilhão de dólares em poucos anos. Para Carolyn diminuir essa dívida não é tarefa fácil. Ela considera que o maior obstáculo é a incerteza sobre adoção de técnicas de desenvolvimento e abordagens que realmente resultam em maior qualidade de software.

O crescimento do débito técnico está estimulando a criação de um guia de riscos para os negócio informa John Heintz, consultor técnico da Cutter Consortium. Ele diz que esse problema já está sendo tratado como uma questão de due diligence em fusões e aquisições, aumentando a consciência de que o tema está influenciando as práticas de desenvolvimento de software.

Na opinião de Heintz colocar mais atenção sobre o débito técnico não significa que os desenvolvedores não tenham de diminuir gastos para acelerar o desenvolvimento. "Às vezes é apropriado e necessário cortar custos, mas esse fato não pode ser ignorado”, disse ele.

O Software Engineering Institute (SEI) da Universidade Carnegie Mellon, centro de pesquisa financiados pelo pelo Departamento de Defesa dos EUA, está trabalhando a questão do débito técnicos há cerca de dois anos. A instituiçao vem organizando workshops sobre o tema, de acordo com Ipek Ozkaya, membro sênior da equipe técnica.

"Existe interesse crescente neste assunto porque empresas e desenvolvedores querem entender seus fundamentos", afirma Ozkaya. Ele observa a falta de orientação sobre como fazer o levantamento dessa dívida e como quitá-la para evitar implicações futuras.

Fonte: ComputerWorld

Xtend 2.2, linguagem variante do Java, está menos dependente do Eclipse

A versão 2.2 do Xtend, linguagem tipada variante do Java, foi lançada e permite que desenvolvedores utilizem um compilador standalone em seus códigos, o que resulta em uma maior independência do Eclipse IDE. O novo release também suporta compilação dentro do build Maven. Além disso, o tratamento de exceções foi refatorado e novas funcionalidades de linguagem foram adicionadas.

O suporte para Maven é baseado em uma nova biblioteca de execução e em um plugin voltado para a integração no Maven. Karsten Thoms, arquiteto de software do itemis, descreve os detalhes dessa funcionalidade em seu blog.

Os desenvolvedores do Xtend 2.2 também adicionaram maior suporte para a linguagem, desenvolvendo a habilidade de criar linguagens de domínio específico em conexão com o framework de desenvolvimento Xtext IDE, que é a base do Xtend.

Desenvolvido por Sven Efftinge (designer líder), Sebastian Zarkenow (coarquiteto) e outros, o Xtend retém o modelo do objeto e o sistema de digitação estática que são familiares aos desenvolvedores Java, mas então adiciona um suporte mais rico para sobrecarga de operador de linguagem, closures, despacho múltiplo, e templating – todos eles voltados para fazer o código desenvolvido em Xtend mais legível e mais fácil de manter. O código do Xtend compila para um código Java legível, que então é compilado para o Java bytecode.

A atual versão do Xtend pode ser baixada como um pacote com a distribuição do Eclipse Ctext para itemis, ou através do Eclipse Marketplace.

Fonte: Imasters

Google quer fortalecer Chrome como plataforma de jogos

A ideia de que os navegadores podem ser uma maneira de distribuir jogos não chega a ser uma novidade, com diversos títulos em Flash tendo feito bastante sucesso, emuladores rodando em Java e até redes sociais funcionando como plataforma para alguns games, porém, o Google está fazendo o possível para o Chrome ganhar mais espaço entre os amantes de jogos eletrônicos e a melhor maneira e fazer isso, claro, é oferecendo títulos de qualidade através de sua loja.

Para começar, há alguns dias a gigante de Mountain View começou a vender o Bastion, RPG indie desenvolvido pela Supergiant Games que conquistou muita gente na Xbox Live e PCs. Se você utiliza o navegador, basta acessar a página do jogo e adquirí-lo por US$ 15, ou se preferir, baixar a versão de demonstração gratuitamente. Um detalhe interessante é que a aventura pode ser salva em um computador e continuada em outro.

Permitir que games rodem direto do navegador só foi possível graças a tecnologia Native Client, recém lançada pelo Google e que para este jogo exige no mínimo um processador dual-core de 1.7 GHz e uma placa de vídeo com 512MB de memória e suporte a Shader Model 2.

E deixar o seu futuro ainda mais promissor, a empresa está fechando acordos com diversas produtoras e uma delas é a poderosa Square Enix, que anunciou uma versão do jogo Mini Ninjas para o navegador e através do seu CEO, Yoichi Wada, mostrou empolgação com as possibilidades abertas pela novidade:

“Vamos começar esta nova era juntos. O Google Native Client será muito bem recebido em todo o mundo como uma tecnologia verdadeiramente inovadora para a indústria de IT, assim como a de jogos. É uma excelente solução para os jogos via browser.“

Vale lembrar ainda que recentemente foi anunciado que o Chrome terá suporte a joysticks, câmeras e microfones sem a necessidade de plugins e através de sua loja já é possível encontrar uma razoável quantidade de jogos mais simples. No entanto a revolução parece estar apenas começando e se der certo, este seria apenas mais um prego no caixão dos consoles.

Fonte: Meio Bit

sábado, 10 de dezembro de 2011

McAfee ataca Android e Google chama empresas de segurança de "charlatãs"

Um novo relatório da empresa de segurança McAfee revelou que as ameaças móveis estão em crescimento, e os usuários da plataforma iOS parecem estar muito mais seguros do que aqueles que utilizam Android.

Segundo o estudo, o lançamento do Ice Cream Sandwich, que promete unificar as versões do sistema operacional do Google em uma única plataforma, num sistema muito mais coeso, poderia tornar o Android mais vulnerável aos crackers. A padronização do tipo de hardware no qual o sistema roda também pode reduzir o custo médio para desenvolver malwares, cada vez mais eficientes.

A McAfee aponta que, depois que o Android ultrapassou o Symbian como maior smartphone do mercado, a plataforma também atraiu a atenção dos usuários mal-intecionados para efetuar ataques com malwares - cerca de 63% no segundo bimestre de 2011.

Enquanto que a ascensão notável do sistema operacional aberto nos últimos quatro anos é um fator importante, a empresa de segurança aponta que o sistema sofre de sérias deficiências de proteção, uma falta notável de APIs de alto nível para desenvolvedores em segurança, utilização de uma máquina virtual baseada em Java insegura para executar apps, e a ausência de assinaturas digitais confiáveis para os aplicativos.

O que a Google tem a dizer?
Chris DiBona, gerente de programas open source do Google, postou uma alfinetada em seu perfil no Google+: “Companhias de segurança estão brincando com seus medos para tentar vender seu software de proteção para Android, RIM ou iOS. Eles são charlatões”. DiBona destacou o kernel do Linux que está por baixo tanto do Android quanto do iOS e que enquanto ele assume que alguns aplicativos têm “se comportado mal", o especialista diz que mesclar os sistemas funciona, completando que não houve grandes problemas com vírus em plataformas móveis.

A "fortaleza Apple"

A postura de “jardim murado” da Apple é um forte virtual em comparação ao Android, especialmente quando se trata de proteção contra malware. De acordo com a McAfee, “A Apple tem feito até agora um trabalho excelente na segurança de seus aparelhos. Até a publicação desse relatório, não houve casos de malware para iPhones que não fizeram jailbreak”, segundo a empresa.

Isso não significa que o iOS é “à prova de balas”. A McAfee prevê uma possível situação na qual um aplicativo legítimo, útil (até mesmo pago) pode ter um código malicioso escondido que escapa à detecção e permanece inativo por certo tempo, “acordando” em determinado momento para roubar as informações do usuário ou causar estragos. “Algumas aplicações na App Store podem ter escondido funcionalidades perigosas” observa o relatório. Vale lembrar que um pesquisador de segurança já fez isso, mostrando uma grave falha na plataforma.

A McAfee descreve a Apple como uma empresa que toma medidas preventivas para lidar com ameaças, enquanto que o Google tende mais a reagir contra os malwares. Sem muitas surpresas, mas esse é outro fator importante quando se trata de segurança em plataformas móveis.

Fonte: IDGNOW

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Seis funções de TI que serão muito bem remuneradas em 2012

Apesar das previsões sinistras sobre como a computação em nuvem vai reduzir os departamentos de TI, 2012 pode vir a ser um grande ano para alguns profissionais. O próprio modelo de cloud computing criou novas funções para profissionais de TI, e a proliferação de smartphones e tablets despertou demanda por desenvolvedores de software. O mercado de trabalho de TI, que experimentou uma forte recuperação em 2011, após a recessão, deve ser ainda mais brilhante em 2012, apesar dos desafios econômicos globais. Especialmente no Brasil, onde os profissionais mais qualificados já têm salários acima da média mundial para as respectivas funções.

Quer mais uma boa notícia? Em todo o país, e no exterior, com exceção dos países europeus, as companhias estão competindo por talentos em TI. Aqui estão as seis empregos de TI que os especialistas dizem que terão maior demanda e os melhores salários em 2012. A melhor parte: muitos desses trabalhos também são divertidos, sério.

1. Desenvolvedores de aplicativos móveis

Profissionais de TI que possam desenvolver aplicações para dispositivos móveis são commodity em TI hoje em dia. Especialistas em RH concordam que este grupo irá permanecer nesta posição invejável até 2013, como as empresas correndo para adaptar os seus sites e aplicativos para smartphones e tablets.

A demanda por desenvolvedores de aplicativos móveis é óbvia na Dice.com, onde anúncios de emprego para Android e iPhone cresceram 129% e 190%, respectivamente, em relação a 2010. Nos Estados Unidos, um desenvolvedor Android pode exigir entre 70 dólares por hora a 100 dólares por hora em um contrato.

2. Os desenvolvedores de software

Desenvolvedores de aplicativos baseados em PC não devem se sentir desprezados por seus colegas móveis. As empresas precisam de sua quota de Java,. NET, C #, SharePoint, e desenvolvedores web. Java continua sendo uma plataforma quente, por ser aberta, falar com qualquer sistema de back-end, e ser usada em grandes organizações para transferir dados de sistemas legados. Conseqüentemente, a faixa salarial para os desenvolvedores Java nos Estados Unidos parte de 60 mil dólares por ano até 150 mil dóalres por ano, dependendo da experiência. A taxa média dos contratos para os desenvolvedores Java é de 90 dólares por hora. Salários-base para os desenvolvedores Web variam de 61 mil dólares por ano a 99 mil dólares por ano, de acordo com a Robert Half.

3. Designers de UE

Como muitas das empresas estão desenvolvendo aplicativos-se para PCs ou dispositivos móveis, voltados para o cliente, precisam de interfaces com usuário ou designers de UE (User Experience) para garantir aplicações intuitivas e divertidas de usar. A Robert Half afirma que os salários iniciais para os designers de UE vão subir 6,7% em 2012.

4. Profissionais de TI Segurança

Como as ameaças à segurança da informácão e as crescentes violações de dados, as organizações precisam de profissionais de TI que possam afastar ataques de malware e ladrões cibernéticos. A oferta de anúncios de emprego na Dice.com para vários tipos de profissionais de "cibersegurança" aumentaram 141% em 2011 sobre o ano anterior.

Organizações que começam a migrar para o modelo de computação em nuvem também estão estimulando a demanda por profissionais de segurança de infraestrutura, diz Prescient Solutions 'Irvine. "Ao colocarem aplicativos na nuvem, as empresas têm mais caminhos na Internet", diz ele. "Eles têm que ter um ambiente mais seguro para controlar entradas e saídas de um ambiente para o outro."

A Robert Half projeta aumentos de 6% nos salários-base para os analistas de segurança de dados.

5. Arquitetos de Data Warehouse, analistas e desenvolvedores

O desejo das empresas para extrair percepções dos petabytes de dados em seus sistemas de back office impulsionam a demanda por arquitetos de data warehouse, analistas e desenvolvedores. As empresas farão um grande esforço em 2012 para limpar e organizar seus dados para que possam fazer melhor uso deles.

A Robert Half espera que os salários-base para os analistas de data warehouse subam 6,7%, podendo atingir o patamar de 119 mil dólares por ano em 2012. Já os salários dos desenvolvedores de data warehouse poderão ter contratos com taxas variando de 65 dólares a 85 dólares por hora. Arquitetos de data warehouse podem ganhar 160 mildólares por ano ou 80 dólares (ou mais, dependendo da experiência) por hora em contrato.

6. Profissionais de infraestrutura

Computação em nuvem não vai eliminar empregos em infraestrutura. Agora e em 2012, as migrações para cloud computing e Windows 7 migrações aquecem a demanda por engenheiros de rede e administradores de sistemas.

As empresas estão procurando profissionais de TI que possam configurar e gerenciar servidores virtuais e ambientes virtuais de armazenamento, que possam identificar quais aplicações são as mais utilizadas, e que sabem como realocar armazenamento em disco rígido entre as várias aplicações.

Engenheiros de rede devem ver os seus salários subirem 5,8% devido ao aumento da demanda em 2012, para uma faixa de 75 mil dólarea a 108 mil dólares por ano, de acordo com a Robert Half.

Fonte: Cio

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Video de Apresentação do Aljug Java Day

Video de apresentação do evento feito por @MiguelCPjava.


Agradecendo ao apoio de:

SouJava
Cesmac
IlhaSoft
Oracle

Agradecemos desde já.

domingo, 4 de dezembro de 2011

1º Aljug Java Day



O Aljug tem a honra de anunciar o 1º Aljug Java Day que irá ser realizado no Auditório do Cesmac, localizado na Rua Cônego Machado, 918, Farol, no dia 10 de Dezembro (sábado) a partir das 14h. O evento será gratuito, mas contamos com a colaboração de vocês para ajudar levando um quilo de alimento não perecível, para que possamos distribuir a pessoas carentes para que não tenham fome neste natal. Contaremos com a presença de Daniel Amaral falando sobre PhoneGap, que é uma plataforma de aplicativo HTML5 e JavaScript que permite aplicações nativas com as tecnologias web. Daniel Cursa Sistemas de Informação na Estácio FAL. Diretor da Ilhasoft, empresa de desenvolvimento de sistemas web e aplicativos móveis. Contamos também com João Miguel falando um pouco sobre o Aljug, tema no qual já palestrou por duas oportunidades. João Miguel é desenvolvedor JSF e SQL, atualmente atuando em suporte na Tavares & Souza Auditoria e Consultoria Contábil Ltda. Estudante da Pós-graduação de Eng. Software do Cesmac, Já foi voluntario para tradução do Ubuntu 9.04, Transmission dentre outros, Autor do LTN4Java que tratam de conversões de letras para números, números para letras e comparação de datas e fundador do Aljug. Por fim teremos a honra de contar com a palestra de Stephen Chin que especializado em tecnologias RIA, e Metodologia Ágeis, é chefe da GXS, onde está liderando uma implantação em larga escala do Lean / Agile com centenas de desenvolvedores espalhados pelo globo. Ele foi coautor da Apress Pro title Plataforma JavaFX, que é a referência atual para JavaFX, e é autor do Android Pro.



PalestranteTemaHorário
Daniel AmaralPhoneGap14h às 15h
Miguel LimaAljug15h10mim às 16h
Stephen ChinJava FX 2.016h15min às 17h35mim


*Poderá haver mudanças nesta programação.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

NetBeans 7.1 Chegará em Meados de Dezembro

O Oracle NetBeans e seus desenvolvedores, divulgaram o primeiro release candidate da versão 7.1 de seu IDE. NetBeans 7.1 deve liberar a sua versão final no dia 14 de dezembro, e apresenta suporte para JavaFX 2.0, o kit de ferramentas UI que a Oracle está planejando lançar como open source e incorporar em uma versão posterior do Java.

O suporte ao JavaFX, exige atualmente o JavaFX 2.0 SDK (downloads para Windows e Mac OS X apenas), mas irá abranger um total compile/debug/profile cycle para Applet, Desktop, e implantação JNLP. Houve melhorias para o Swing GUI Builder, suporte ao CSS3, e ferramentas para depuração de Swing e interfaces de usuário JavaFX também foram adicionados.

O suporte CSS3 é necessário para JavaFX, uma vez que é o caminho para personalizar os controles de interface do usuário, mas sua adição também beneficia o NetBeans 7.1 (suporte Web), relacionado a conclusão de código e documentação.

Detalhes completos destas e de todas as outras melhorias que podem ser encontradas no Release Candidate para o NetBeans 7.1, estão disponíveis no wiki do NetBeans. As instruções de instalação estão disponíveis para Windows, Solaris, Linux, Mac OS X e outras plataformas, e notas oficiais de lançamento também estão disponíveis.

Fonte: Under-Linux

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Linux Mint 12 "Lisa" é lançado oficialmente

A equipe de desenvolvimento do Mint lançou oficialmente a versão 12 da distribuição Linux.

Uma das novidades é uma parceria com a empresa de buscas DuckDuckGo, que agora é a engine de buscas padrão do Mint.

O projeto tem como objetivo entregar uma distribuição Linux mais amigável para o usuário e oferecer uma experiência completa a ele ao incluir DVD playback, Java e vários codecs de mídia.

O Linux Mint 12 é baseado no Linux kernel 3.0 e passou a adotar do GNOME 3. Para corrigir problemas que ocorreram com a mudança do GNOME 2 para o 3, os desenvolvedores do Mint criaram o Mint Gnome Shell Extensions (MGSE). Ele promete oferecer uma experiência do GNOME 3 suficientemente próxima à que os usuários que gostavam do GNOME 2 estão acostumados.

Entretanto, o suporte para GNOME 2.x está mantido, e os usuários têm a opção de instalar, paralelamente, o MATE Desktop Environment, um fork do GNOME 2.32.

Além disso, a nova versão inclui o movie player Totem 3.0.1, LibreOffice 3.4.3, Thunderbird 7.0.1 e Firefox.

Mais informações sobre a nova versão, incluindo uma lista de problemas conhecidos, podem ser encontradas nas notas de liberação e neste link.

O Linux Mint 12 está disponível para download como torrent e como imagem ISO em CD e em DVD para sistemas de 32 e de 64 bits.

Fonte: Imasters

Paragon: Linguagem de Programação Identifica Vulnerabilidades de Segurança

Niklas Broberg da Sweden's University of Gothenburg, desenvolveu uma linguagem de programação que pode ser utilizada para identificar vulnerabilidades de segurança no fluxo de informações de aplicações, relativo a forma como eles estão sendo desenvolvidos. Paragon foi criado como parte da dissertação de Broberg, intitulada "Practical, Flexible Programming with Information Flow Control" (Programação, Práticas Flexíveis com controle de Fluxo de Informação). É uma extensão para a linguagem de programação Java e, de acordo com Broberg, pode ser facilmente integrada a aplicativos Java já existentes.

Paragon é declaradamente capaz de detectar vulnerabilidades de segurança automaticamente. Para fazer isso, ele emprega um processo de dois estágios. Primeiro, um desenvolvedor especifica como o software será usado e quem deve ter acesso a ele e em quais condições, sendo esta expressa em uma linguagem de especificação política chamada Paralocks.

A segunda fase ocorre durante a compilação: utilizando a especificação Paralocks, as análises do sistema como o programa processa as informações, o compilador sinalizador de quaisquer riscos de segurança como roubo ou modificação de dados, dando ao desenvolvedor a oportunidade de corrigir eventuais erros.

Fonte: Under-Linux.org

Ataques a tecnologia Java lideram vulnerabilidades de 2011

A exploração de vulnerabilidades em “applets” Java foi a mais utilizada pelos cibercriminosos em 2011, de acordo com o laboratório de segurança informática Virus Bulletin. Apenas cinco das principais vulnerabilidades do Java representam 89% de todas as infecções, segundo a classificação das maiores ameaças elaborada pela organização.

Os esquemas de exploração são incorporados nos “applets” e executados usando Java Virtual Machine, Java Runtime Environment e funções Java SE. Nos mercados de cibercrime, é possível encontrar vários pacotes de software comercializados com código pronto para explorar uma variedade de defeitos e falhas de segurança em navegadores de Internet, e tentar instalar malware em computadores.

Os esquemas de exploração usando HTML/JS, são difíceis de quantificar, dado muitos deles serem escondidos nos browsers. A maioria destes esquemas são genéricos e estão relacionados com o uso de “iframes” e JavaScript nocivo.

Na sua palestra realizada no Boletim Conferência Virus 2011, Holly Stewart, da Microsoft, revelou que no final de 2010 era patente um aumento significativo na exploração de vulnerabilidades do Java. E, com base no estudo do Microsoft Malware Protection Center, tem crescido ao longo do corrente ano.

Nos esquemas de exploração de sistemas operativos dominam o CplLnk, o CVE-2010-1885 e o Lotoor. Formam cerca de 94% dos dispositivos criados para esta categoria. Os dois primeiros foram concebidos para atacar programas Windows, enquanto o segundo foi desenvolvido para sistemas Android. Em relação a dispositivos para documentos, estão na sua maioria, ocultos em ficheiros PDF. Representam 96% do conjunto total de “exploits” desse tipo.

Fonte: ComputerWorld.pt

Atualização de plugins é pesadelo de segurança para as empresas

Os plugins ainda causam calafrios em muitas empresas, pois, quando desatualizados, costumam ter suas falhas exploradas por cibercriminosos. Um estudo da companhia de segurança Zscaler serve como mais uma evidência de que o problema persiste, já que muitos deles, de fato, não recebem os updates devidos.

A pesquisa apontou o Adobe Shockwave como o mais ignorado: em 94,2% das máquinas em que estava instalado, o programa se encontrava desatualizado. O Java, com 70%, ficou na segunda colocação, seguido pelo Adobe Reader (65,8%) e Quicktime (42,5%).

Mesmo os browsers não recebem o devido cuidado. Um quarto das máquinas possuía o Internet Explorer nas versões 6 ou 7, e apenas 2% usa a versão mais recente, a 9.

Por falar no navegador da Microsoft, ele é disparado o mais utilizado pelas companhias, respondendo por 58% do tráfego. O Firefox ficou em segundo (11%) e o Safari, surpreendentemente, em terceiro (7%). Os plugins, por sua vez, geraram 23% dos dados, o que torna a situação ainda mais preocupante.

Dentre eles, o Flash é mais popular, sendo encontrado em 94,4% dos computadores. O Windows Media Player vem em seguida, com 87%, à frente de Adobe Reader (84,7%) e Outlook (84,2%).


“Pelas estatísticas, é possível observar que a maioria das corporações tem pouco controle sobre os plugins que seus funcionários utilizam, ou mesmo a versão que executam”, diz o estudo.

Na comparação com a pesquisa anterior, realizada pela Zscaler no segundo trimestre deste ano, o Shockwave estava desatualizado em apenas um terço dos PCs, um terço em relação aos 94,2% descobertos agora. Isso sugere que os softwares que recebem updates com maior frequência passam uma falsa impressão de segurança: em geral, as companhias não conseguem acompanhar o ritmo.

Por fim, a pesquisa constatou um significativo crescimento no uso do Android no mercado corporativo. Em termos de plataformas móveis, ele ultrapassou o BlackBerry, que estacionou em 37,2%, chegando a 40,3% – o índice se refere à quantidade de dispositivos em que seu software de segurança foi instalado. O iOS, da Apple, ficou em terceiro, com 22,3%.

A aplicação 2.0 mais utilizada no período foi o Facebook, confortavelmente na liderança por ter gerado 50% do tráfego. Apesar de sua popularidade, no entanto, seu índice vem caindo nos últimos meses, o que pode significar tanto uma restrição das empresas, como perda de interesse dos usuários.

Fonte: IDGNOW

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

WSIF - Web Security Information Forum Maceió




Web Security Information Forum é uma iniciativa inovadora composta por pesquisadores e profissionais de segurança da informação que visa trazer a Maceió conhecimentos relevantes sobre Direito, problemas relacionados ao uso das tecnologias, sua segurança, bem como o desenvolvimento de ações preventivas, sejam estas para o mundo corporativo, acadêmico ou para a sociedade em geral.

O principal objetivo deste fórum é integrar Maceió no cenário brasileiro de segurança da informação disseminando conhecimento através das experiências dos palestrantes e discutindo rumos e aplicações tecnológicas.

Visa também agregar valor à formação dos jovens profissionais demonstrando os principais temas e novas abordagens sobre o cenário de segurança da informação.





Mais informações no site: www.wsif.com.br

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Atualização FireFox 8.0.1

A Mozilla liberou a primeira atualização para a versão 8 do navegador Firefox. De acordo com as notas de lançamento, o Firefox 8.0.1 corrige dois bugs de travamento do sistema. Além desses, outros 13 bugs já são conhecidos, mas terão a solução apenas em outras atualizações.

Um dos bugs ocorre quando um Java Applet é carregado com o Java SE 6 Update 29 (1.6.0_29) e afeta sistemas Mac OS X, enquanto o outro é causado por versões do RoboForm mais antigas que a 7.6.2 no Windows.

O Firefox 8.0.1 está disponível para download para Windows, Mac OS X e Linux. A atualização será disponibilizada automaticamente para os usuários, mas ela pode ser feita manualmente aqui.

Fonte: Imasters

Ed. 50 da MundoJ


Adotando arquitetura ágil em seu processo de desenvolvimento de software
Como adotar, modelar e documentar a arquitetura, de maneira ágil, em seu processo de desenvolvimento de software. Por Breno Barros

Práticas para lidar com arquitetura em ambientes ágeis
As principais práticas que são utilizadas para lidar com arquitetura em empresas que adotaram com sucesso o uso de métodos ágeis. Por Eduardo Guerra

Gerenciando a cobertura de testes em um sistema
Como avaliar se todo o seu código está sendo verificado pelos seus testes. A resposta é: maximizando a cobertura de seu código pelos seus testes. Por Ricardo Linden

Visualização gráfica de grafos com a API JUNG
Aprenda como usar a API JUNG para visualizar conjuntos de dados representados como grafos Por Rafael Santos e André Grégio

Comparando persistência de dados com JPA
TopLink e Hibernate testados em diferentes bancos de dados e sistemas operacionais. Por Sylvio Barbon Junior e Marcos Pedro Gomes da Silva

Profiles no Spring 3.1
Melhore o controle de suas aplicações usando os profiles do Spring 3.1. Por Fernando Boaglio

Qualidade sob medida com o PMD e o Eclipse
De uma forma simples e sem muito esforço, crie suas próprias regras para validação de código Java. Por Nicolas Gentille

Tópicos mais quentes do GUJ.com.br
O que apareceu, foi notícia e gerou discussão no fórum do GUJ durante setembro e outubro de 2011.

Tendências em foco: Conhecendo o Hadoop
Uma das maiores invenções de data management desde o modelo relacional. Por Cesar Taurion.

Fonte: MundoJ

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Rede de robôs interconectados vai mapear os oceanos

James Gosling, conhecido como criador da linguagem Java, anunciou neste mês que pretende povoar o oceano com uma frota de robôs submarinos interconectados. A Liquid Robotics, que contratou o desenvolvedor em agosto para chefiar a parte de arquitetura de software, apresentou o plano de criar uma rede de Wave Gliders, máquinas do tamanho de uma prancha de surf e que conseguem monitorar as profundidades aquáticas, segundo o The New York Times.

O robô se movimenta a partir de um sistema de propulsão que usa a força das ondas, e graças a duas placas solares consegue a energia extra de que precisa. Navegando lentamente pelas águas, o robô registra dados captados pelos sensores. As informações são processadas por chips de celulares de baixo consumo energético e transmitidas via satélite ou telefonia móvel para os computadores externos, que fazem a análise complexa dos dados.

"Enviar um computador para o meio do oceano é um grande desafio, mas também é uma ideia bem interessante", afirma Gosling sobre o projeto de US$ 40 milhões. "Três quartos do planeta são compostos de água e ainda é muito obscuro para nós", completa. A ideia do desenvolvedor é conseguir fazer com que os robôs se comuniquem, de modo que um autômato sinalize a outros para que se juntem em determinada missão, como medir o tamanho de vazamento de óleo ou de uma colônia de algas. Seria possível também determinar padrões de correntes marítimas e avisar os navios para evitá-las ou se aproveitar delas, resultando em economia de combustível.

Por enquanto, os Wave Gliders trabalham individualmente. Mas a Liquid Robotics quer aumentar os sensores e implementar capacidades computacionais nos próprios robôs, para que os autômatos possam se autogovernar e agir em coordenadamente em missões que durem anos. Hoje, um operador coordena de 10 a 15 máquinas ao mesmo tempo, mas Gosling considera o sistema primitivo. "Se o robô percebe que há um navio vindo, ele deveria simplesmente sair do caminho", afirma o desenvolvedor sobre o tipo de automação de localização que pretende criar.

Desde 2009, quando foram lançados, os robôs aquáticos já somam uma população de 70 máquinas, cada uma vendida por US$ 100 mil ou mais. Usados principalmente pela indústria petrolífera, os autômatos devem aumentar seu "exército" em 40 unidades até fevereiro de 2012.

Além dos que são comprados, alguns são alugados pela empresa por US$ 1 mil a US$ 3 mil por dia. "Substituímos navios que custariam US$ 50mil a US$ 100 mil diariamente", argumenta Bill Vass, diretor executivo da empresa. "Nossa última empreitada foi cobrir 8,6 mil km no Golfo do México: de navio, isso custaria US$ 10,5 milhões, nós cobramos US$ 1,5 milhão", contrapõe.

Fonte: Terra

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

UaiJUG tech days

O UaiJUG tech days é um evento pensado para que as diversas tecnologias de desenvolvimentos fossem apresentadas e discutidas. Através dessas discussões, palestras e mini-cursos, vamos realizar um desafio de cunho social. O Evento será realizado em 24 horas direto, começando as 18:00 horas do dia 09/12 e finaliza as 18:00 horas do dia 10/12. As palestras terão duração de 55 minutos ou 25 minutos e também serão apresentados mini-cursos de 55 minutos. De tempo em tempos teremos alguns Open Talks, onde qualquer participante terá 5 minutos para falar e apresenta algo que achar relevante. Após as 22 horas do dia 09/12 e adentrando a madrugada até a manhã do dia 10/12, será realizado um "corujão" (Kake) de programação e todas as equipes poderão resolver o desafio na linguagem que achar melhor. O termino do evento será a apresentação do desafio finalizado e a experiência trocada com todos os participantes. Faremos então do UaiJUG tech days um evento dinâmico, ágil, desafiante e que todos possam trocar experiências e aprendizados.

Mais informações:
http://techdays.uaijug.com.br/index.php

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Revista Oracle Java Magazine Bimestre(Novembro/Dezembro)

Prezados leitores,

A revistaoracle java magazine digital está no ar e pode ser vista atraves do site http://www.oraclejavamagazine-digital.com/javamagazine, lembre-se de que pode ter que se registrar, como ja foi dito aqui no post http://aljug.blogspot.com/2011/08/ja-saiu-versao-digital-da-oracle-java.html.
Desta vez a capa vem com a frase Shock The Senses, que é uma analogia aos novos recursos do JavaFX 2.0. Além disso várias outras sensasionais reportagem que vale a pena conferir.


Até a próxima!

Javaneiros 2011

Pessoal,

O JUGMS irá realizar pelo 4o. ano o evento regional sobre Java, denominado Javaneiros.

O evento já contou com a presença de grandes nomes do cenário nacional de Java, como Vinícius Senger, Paulo Silveira e Michael Nascimento, entre outros, além de contar com palestrantes regionais de diversas áreas e empresas da região.


As inscrições para o evento já estão abertas pelo site http://www.javaneiros.com.br/2011/inscricoes/. O evento é gratuito,

Quem se interessar na programacao, ja esta disponivel em http://www.javaneiros.com.br/2011/programacao/.

Revista Java Magazine 97

Nesta edição você irá encontrar:

Dominando a API de AJAX do JSF

Java EE 6 com MongoDB na prática

HTML 5 e Java

Programação multi-toque com Java

Do DAO ao Facade

Análise de Riscos e o Teste de Software

Comunicação AJAX Cross-Domain – Parte 1
FOnte: DevMedia

Oracle Divulga Solaris 11

A Oracle divulgou hoje o Solaris 11, o primeira sistema operacional em nuvem. Solaris 11 é projetado para atender os requisitos de segurança, desempenho e escalabilidade das implementações baseadas em nuvem, que permite aos clientes executar suas aplicações empresariais mais exigentes em nuvens privadas, híbridas ou públicas. Sendo este o primeiro sistema operacional totalmente virtualizado, Solaris 11 oferece abrangências, capacidades built-in de virtualização para o Mac OS, recursos de rede e de armazenamento.

Além de suas capacidades embutidas de virtualização, o Oracle Solaris 11 é projetado para Oracle VM em ambos os sistemas x86 e SPARC, proporcionando flexibilidade de implantação e migração segura em movo live. O sistema traz o Oracle Solaris Zones, com escalas de virtualização de até centenas de zonas por nó físico, em uma sobrecarga de 15x menor do VMware e sem limites artificiais sobre os recursos de memória, CPU de rede e armazenamento.

A virtualização de rede integrada permite aos clientes criarem alto desempenho, baixo custo de data center, topologias dentro de uma instância OS única para a máxima flexibilidade, controle de banda e capacidade de observação.

Oracle Solaris ZFS fornece os dados e bases de gerenciamento de armazenamento para Solaris 11, entregando a integridade dos dados finais, flash pools habilitados de armazenamento em camadas, criptografia speed line e a escalabilidade para armazenar e gerenciar quantidades ilimitadas de dados. As características de "segurança por padrão" incluem o arranque, o acesso baseado em função da raiz e auditoria de baixo impacto para ambas as implementações, nuvem e data center tradicional.

Oracle Solaris 11 entregou um resultado de um recorde mundial no SPECjvm2008, no no benchmark multi-threaded (Java). Em combinação com o servidor Oracle T4-2 SPARC e Oracle HotSpot Java Virtual Machine, Oracle Solaris 11 oferece até 41% de melhoria sobre o resultado anterior utilizando o Oracle Solaris 10.

Link
Saiba Mais:

[1] Oracle Solaris 11

Fonte: Under-Linux

Brivi oferece plataforma Cobol aliada a Java

BRIVI, empresa brasileira voltada ao mercado Cobol, anunciou o lançamento do isCOBOL Application Platform Suite (APS), uma plataforma que pretende permitir o desenvolvimento, implantação, manutenção e modernização de aplicações Cobol aliada ao potencial ilimitado da plataforma Java, sem que o desenvolvedor precise ser expert em Java.

De acordo com a empresa, a novidade une a robustez e performance do COBOL com a portabilidade e facilidades do Java, incluindo Thin Client, interoperabilidade, flexibilidade de acesso a banco de dados, Web.

A solução pode ser encontrada aqui.


Fonte: ITWeb

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Lançado primeiro beta do Groovy 2.0

Desenvolvedores do Groovy anunciaram o lançamento do primeiro beta do Groovy 2.0, a próxima geração da linguagem dinâmica que roda em máquinas virtuais Java. Anteriormente, os desenvolvedores estavam trabalhando na versão 1.9, mas com a inclusão de tantas novas ferramentas, eles decidiram ir direto para a nova versão.

O novo beta 2.0 apresenta pedaços melhorados de checagem de tipos estáticos. Percebeu-se que um grande número de usuários não usavam as capacidades dinâmicas do Groovy. Eles estavam, na verdade, usando-as como uma sintaxe melhor para Java. Para atendê-los, agora você pode dizer ao compilador Groovy para checar tipos estáticos em uma classe, ou método usando uma anotação @TypeCheceked. No blog de um dos desenvolvedores você pode ver mais exemplos a respeito do processo de checagem.

Outras ferramentas que estão sendo construídas para o 2.0, mas não são para essa versão beta, incluem suporte para compilação estática para as “chamadas dinâmicas” do JDK 7. Enquanto isso, a equipe Groovy lançou o Groovy 1.8.4, que aborda uma série de bugs que estavam causando problemas com Grails e com a automação Gradle.

Mais detalhes você pode ler aqui. Códigos fonte e binários para os dois estão disponíveis na página de download. E está licenciado sob a licença Apache 2.0.

Fonte: Imasters

Oracle Solaris 11: CD-ROM de auto-estudo

Prepare-se para o Oracle Solaris 11 com os novos treinamentos da Oracle University. Aproveite esta oportunidade única de se capacitar com toda a conveniência para obter acesso antecipado às novas características do Oracle Solaris 11, concebidas para ajudá-lo a construir, implantar e manter sistemas em nuvem.

Seja um dos primeiros na indústria de TI a saber como as últimas inovações incluídas no Oracle Solaris 11 podem ajudá-lo a manter o seu ambiente de TI corporativo mais eficiente e seguro. Todos os treinamentos da Oracle University são desenvolvidos em conjunto com as equipes de desenvolvimento de produtos e o seu conteúdo repassado por instrutores experts, resultando no conhecimento mais preciso e relevante disponível.

Para começar, sugerimos o CD-ROM de auto-estudo What's New in Oracle Solaris 11, que fornece uma visão detalhada das principais características do Oracle Solaris 11 e explica como utilizá-las dentro do seu ambiente.
Neste curso você irá aprender a:

  • Implementar o novo sistema de empacotamento
  • Utilizar o file system (ZFS) padrão para melhorar sua gestão de recursos de dados
  • Realizar entrega de rede totalmente virtualizada
  • Utilizar o advanced user, application, e device security

Os treinamentos em CD-ROM da Oracle University utilizam as mais recentes tecnologias multimídia, gráficos, screen shots e exercícios em tempo real. Você pode treinar onde preferir: no seu escritório, em casa, ou mesmo no avião.

Para conhecer outros títulos de treinamentos disponíveis para o Oracle Solaris 11, visite: oracle.com/education/solaris11

Com "ajuda" do Android, Java é a linguagem mais popular

Apesar de ter registrado uma ligeira queda de uso no último ano, o Java continua firme como a linguagem de programação mais popular entre os desenvolvedores segundo o relatório mensal da empresa Tiobe Software.

O Java está sendo usado por 17,87% dos desenvolvedores, porcentagem quase igual aos 17,90% do mês anterior, mas 0,63% abaixo do que possuía há um ano. Com base em tendências de mercado, a Tiobe tinha antecipado que a linguagem C poderia tirar o Java do topo da lista este mês, o que acabou não acontecendo.

O uso do Java no desenvolvimento de aplicativos Android foi citado como um ponto a mais para a linguagem. “O Java está definitivamente crescendo no mercado móvel”, afirmou o diretor executivo da Tiobe, Paul Jansen. “A plataforma Android é bastante popular entre os desenvolvedores.”

A linguagem C ficou em segundo lugar no levantamento, sendo usada por 17,32% dos desenvolvedores, um aumento de 0,61% em relação ao ano passado, mas um pouco abaixo do último mês, quando tinha 17,70% dos desenvolvedores. Em terceiro lugar ficou a C++, usada por 8,08% dos usuários. A C#, da Microsoft, ficou logo atrás, com 7,32% dos desenvolvedores, enquanto que a PHP ficou com o quinto lugar, com pouco menos de 6,1%.

A Objective-C, da Apple, ficou em sexto com 5,98% e está surgindo como uma candidata para “linguagem de programação do ano” da Tiobe, afirma Jansen. O prêmio é dado para a plataforma com o maior aumento no uso, e a Objective-C, que é usada para a criação de apps no iOS e no Mac OS, registrou um aumento de 2,79% no ano.

Para elaborar a lista, são levados em conta o número de engenheiros do mundo todo, cursos e ferramentas de busca (como Google e Yahoo), que que servem como referência para calcular a popularidade de uma linguagem. Assim, a lista não é sobre a melhor linguagem, mas sobre a mais usada.

Fonte: IdgNow

domingo, 30 de outubro de 2011

Versão 1.6.5 do JRuby já está disponível para donwload

A comunidade JRuby lançou a versão 1.6.5 de sua implementação Ruby para a Java Virtual Machine. De acordo com os desenvolvedores, as atualizações buscam melhorar a compatibilidade com o branch 1.9.x do Ruby, abordando uma série de problemas de codificação encontrados na versão anterior.

O JRuby 1.6.5 também requer menos memória para o suporte de extensões C e atualiza o Rubygems para a versão 1.8.9. Outras mudanças são a inclusão do thread dumper USR2 Ruby e do suporte .jrubyrc para armazenar as opções de execução necessárias, assim como melhorias para o Java Maps e para a performance do Fiber, e melhor suporte para o coroutines e zlib do JVM. Usuários que estão usando versões anteriores do JRuby são encorajados a atualizar para a 1.6.5.

Mais detalhes sobre a atualização, inclusive a listas de correções, podem ser encontados no release de lançamento. O Jruby está disponível para download no site do projeto. Hospedado no GitHub, o código-fonte do JRuby é licenciado sob a CPL, GPLv2 e LGPLv2.1.

Com informações do The H

Fonte iMasters

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Oracle Confirmao primeiro update para o Java 7

Quando o Java 7 foi lançado, ele veio com uma falha: usado com Apache Lucene e Apache Solr, o Java 7 causava cálculos incorretos e travava a Java Virtual Machine. Lucene e Solr ficavam praticamente paralisados.

Agora, a Oracle confirmou oficialmente que algumas das falhas foram corrigidas no Java 7 Update 1.

O problema foi descoberto alguns dias antes do lançamento do JDK 7, mas não houve tempo para corrigi-lo.

Embora a atualização tenha ficado pronta há alguns dias, as notas de lançamento não continham informações sobre o status dos bugs. Agora as IDs das falhas foram liberadas: 7068051, 7044738 e 7077439; e apesar de o bug 7070134 não estar identificado, ele também foi corrigido.

A Oracle também atualizou as notas de lançamento, confirmando que quatro problemas relacionados a JIT e a loop foram corrigidos.

De acordo com Uwe Schindler, comitter para Apache Lucene e Solr, agora é seguro usar Lucene e Solr com o 7 Update 1. Entretanto, ele aponta que não é recomendável utilizar o XX:AggressiveOpts em qualquer JVM em uso de produção.

Fonte: Imasters

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

TOTVS libera kit de desenvolvimento para aplicações de TV Digital

De acordo com a empresa de software, o objetivo da ação é "incentiva a criação" de apps interativos.

A TOTVS anunciou nesta quinta (20) que irá distribuir gratuitamente aos desenvolvedores de aplicativos o AstroBox SDK, um kit de desenvolvimento com emulador Ginga para PC. De acordo com a empresa, o objetivo é "incentivar o desenvolvimento de aplicações interativas para TV Digital". A ação foi batizada pela empresa de "Ginga para todos".

Para baixar o SDK, é preciso acessar o endereço www.ios.org.br e clicar no banner "Ginga para Todos" (na lateral direita da página), que redireciona ao site do aplicativo. Após se cadastrar, é possível fazer o download e ter acesso a fóruns e a materiais de treinamento.

A versão beta do AstroBox SDK traz um emulador Ginga completo, e permite desenvolver aplicativos em NCL/Lua e Java. Segundo a empresa, é a mesma que o mercado já vem utilizando na criação de aplicações para TV.

Quem se inscrever no programa recebe também um código que dá desconto na compra de um receptor de TV digital com o AstroTV, em uma parceria da TOTVS com a Visiontec.

Fonte: IdgNow

Apache Cassandra

A Fundação Apache anunciou o lançamento da versão 1.0 do Cassandra.
O Projeto Apache Cassandra desenvolve um banco de dados altamente escalável de segunda geração distribuída, que reúne design totalmente distribuído Dynamo e ColumnFamily baseado Bigtable do modelo de dados.
Cassandra está em uso no Digg, Facebook, Twitter, Reddit, Rackspace, Cloudkick, Cisco, SimpleGeo, Ooyala, OpenX, e mais empresas que têm grandes conjuntos de dados ativos. O maior cluster de produção tem mais de 100 TB de dados em mais de 150 máquinas.
Cassandra é adequado para aplicações que não podem dar ao luxo de perder dados, mesmo quando um centro de dados inteiro vai para baixo.
Cada nó do cluster é idêntico. Não há pontos de estrangulamento da rede. Não há pontos únicos de falha.
Veja abaixo a apresentação do Cassandra.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Oracle OpenWorld Latin America 2011

Evento reunirá especialistas, desenvolvedores de tecnologia e possibilitará troca de informações e promoção de negócios.

A Oracle acaba de abrir as inscrições para a quinta edição do Oracle OpenWorld Latin America, evento de tecnologia da informação que será realizado no Transamérica Expo Center, em São Paulo (SP), de 6 a 8 de dezembro.

Simultaneamente, a Oracle também inicia as inscrições para o JavaOne, que ocorrerá, pelo segundo ano consecutivo, em paralelo ao Oracle OpenWorld Latin America, no mesmo centro de exposições. Durante três dias, o evento reunirá os especialistas e desenvolvedores da tecnologia Java, que terão a oportunidade de trocar conhecimento e promover negócios.

Além de possibilitar a troca de experiências com especialistas do mercado, os participantes do Oracle OpenWorld Latin America terão também a oportunidade de conhecer as novidades sobre as soluções da Oracle, como aplicativos, banco de dados, Business Intelligence, Middleware, sistemas de armazenamento e servidores.

O pavilhão de exposições do Oracle OpenWorld Latin America 2011 terá espaço dedicado aos parceiros do ecossistema Oracle, bem como às demonstrações interativas sobre as mais recentes soluções e produtos.

Mark Hurd, presidente da Oracle, confirmou sua participação no evento pelo segundo ano consecutivo, acompanhado por alguns dos principais executivos da companhia, como Luiz Meisler, vice-presidente executivo da Oracle para a América Latina, e Cyro Diehl, presidente da Oracle do Brasil, entre outros. Eles farão apresentações sobre as demandas mais relevantes do mercado corporativo na atualidade e sobre os diferenciais e benefícios das principais soluções e lançamentos da Oracle.

As inscrições para o Oracle OpenWorld Latin America podem ser feitas on-line, no link da Oracle Latin America. Para inscrever-se no JavaOne 2011, os interessados devem acessar o link Oracle JavaOne.

Oracle OpenWorld Latin America 2011

O Oracle OpenWorld Latin America é um dos maiores eventos globais da Oracle, juntamente com o de São Francisco (EUA).

Nele, os participantes, especialistas em tecnologia, executivos, desenvolvedores e outros interessados em tecnologia da informação poderão estreitar relacionamentos de negócios, interagir e conhecer os últimos avanços e inovações tecnológicas da Oracle.

Em função da relevância do conteúdo e da audiência qualificada, no ano passado, o Oracle OpenWorld Latin América reuniu mais de 11 mil participantes, em 236 apresentações; 96 expositores e patrocinadores e 68 jornalistas, que representaram 23 países.

“O Oracle OpenWorld Latin America 2011 dará continuidade a sua missão de levar conhecimento sobre as tecnologias da Oracle para o mercado latino-americano, além de reforçar a evolução que sempre buscamos. Nessa quinta edição do evento, vamos reunir novamente os melhores especialistas do setor, clientes e parceiros com um objetivo único: conhecerem as inovações das soluções mais reconhecidas da indústria de TI, que apoiam o crescimento dos negócios com investimentos de valor agregado”, afirma Luiz Meisler, vice-presidente executivo da Oracle para a América Latina.

JavaOne 2011

Durante o JavaOne 2011, os profissionais de tecnologia terão a oportunidade de interagir e de assistir palestras de visionários e representantes reconhecidos na comunidade Java sobre a diversidade de aplicações e a evolução da linguagem de programação.

O evento apresenta conteúdo técnico e aprendizado em profundidade sobre os tópicos mais importantes do desenvolvimento atual em Java, como plataforma Core Java, web Java EE, web services e cloud e Java ME.

No ano passado, o Java One trouxe diversos especialistas, entre eles nomes conceituados, e reuniu aproximadamente mil profissionais atuantes e interessados em Java, tanto para uso corporativo em empresas de diferentes setores, como em tecnologia embarcada em celulares, tablets, notebooks e TV, etc.

Fonte: MetaAnalíse

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

[Artigo] Testando Classes com JUNIT

Bom artigo publicado no VivaLinux sobre o teste unitários Junit. Vale a pena ler para começar.

http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Testes-unitarios-em-Java-com-JUnit/

Fica ai mais uma dica. Até mais

Google está prestes a alugar patentes Java

A Google e a Sun Microsystems poderão estar para assinar um acordo que cede perto de 2 mil patentes Java que a Sun detém ao Google.

Este problema começou no ano passado quando a Oracle comprou a Sun e colocou uma acção em tribunal contra a Google por infringir as patentes Java no Android. Na altura a Google negou estas acusações mas este acordo parece querer dizer que a verdade andaria pelo meio do que as duas empresas afirmavam. Na altura surgiram mesmo noticias que a Oracle e a Sun estavam a pensar lançar os seus próprios smartphones para competir com o Android. Embora a intenção não fosse pedir uma indemnização em tribunal já que a Sun tem uma política conhecida de apenas defender as suas patentes isto causou algum incomodo.

A Google anteriormente tinha rejeitado uma proposta de 100 milhões de dólares para puder aceder às patentes e o acordo actual é significativamente mais baixo. As noticias apontam para valores na ordem dos 28 milhões de dólares para um acordo de três anos.

As duas empresas podem assim trabalhar em conjunto para desenvolver a plataforma móvel.

Escrito por: Nelson Paiva

Fonte: Tecnologia.com.pt

sábado, 15 de outubro de 2011

Pesquisa: Java perde popularidade em setembro

Uso da linguagem por desenvolvedores caiu de 18.761% para 17.707% em setembro.

Apesar da grande atualização para a plataforma, a linguagem Java está perdendo popularidade na última edição da pesquisa mensal de linguagens de programação feita pela consultoria Tiobe Software.

A pesquisa, disponibilizada no último domingo (09/10), revelou que o código Java perdeu popularidade em setembro, quando foi uada por 17.9% dos programadores, contra 18.76% dos usuários em agosto. A linguagem ainda foi a mais usada em setembro, mas a distância para a linguagem C, em segundo lugar, com 17.7%, poderá assumir o topo do ranking, de acordo com a empresa.

Java é a linguagem dominante desde 2001, exceto por algumas baixas sofridas em meados de 2004 e 2005, e em alguns meses do ano passado, quando o código C assumiu a liderança, afirmou o diretor da Tiobe, Paul Jansen. Ele antecipa a possibilidade da tendência de baixa no uso de Java a longo prazo, baseado no que vem acontecendo na área. “Essa tendência é causada provavelmente pelo fato de que a linguagem Java evolui muito lentamente em comparação com outras linguagens, como C#”, disse Jasen.

No top 10 das linguagens de programação da Tiobe também estão C + +, PHP, C #, Objective-C, VisualBasic, Python, Perl e JavaScript. As plataformas Objective-C e Transact-SQL atingiram recordes históricos, com taxas de utilização de 6,2% e 1%, respectivamente, enquanto o Assembly entrou novamente para o top 20, assumindo a 19º posição. Já a Visual Basic.Net subiu para o 25º lugar depois de ocupar a 39ª posição no ranking de agosto; enquanto a F# caiu de 23º para 46º lugar.

O índice da TIOBE é baseado no número de engenheiros qualificados em todo o mundo e fornecedores terceirizados, incluindo ferramentas de buscas como o Google, Bing,Yahoo e Wikipedia.
(Paul Krill)

Fonte: IdgNow

Revista Java Magazine 96

Artigos desta edição:

  • jQuery UI na prática
  • Além da IDE – Parte 4
  • VRaptor 3 – Parte 3
  • Inversão de Controle – Parte 2
  • Dissecando a Java Collections
  • Nem parece Web: é Vaadin!
  • Acessibilidade em Java
  • A importância dos Padrões de Projeto

Fonte: DevMedia