terça-feira, 19 de julho de 2016

ORACLE DISPONIBILIZA O JAVA RE V8 UPDATE 101

A Oracle disponibilizou para download nesta terça-feira o Java RE v8 Update 101 para Windows* e outras plataformas.

O Java Runtime Environment (ou Java RE) permite que os usuários executem jogos e aplicativos programados em Java, façam o upload de fotos em certos sites, conversem online, façam tours virtuais e usem serviços como treinamento online, transações bancárias online e mapas interativos.

Muitos serviços de internet banking no Brasil requerem a instalação do Java Runtime Environment no computador, por isso é extremamente importante mantê-lo sempre atualizado. Ele está disponível para download gratuitamente e em versões 32 e 64 bits para Windows.

De acordo com a Oracle, o Update 101 traz correções de bugs e correções para múltiplas falhas de segurança. Algumas das falhas corrigidas são de alto risco.

A lista com os bugs corrigidos pode ser vista aqui e a lista com as vulnerabilidades pode ser vista aqui.

*Java RE v8 não inclui suporte para o Windows XP.

Os usuários podem fazer o download do Java RE v8 Update 101 para Windows (32 e 64 bits) e para outras plataformas clicando aqui e mais informações sobre o Java podem ser encontradas no site java.com.

Fim do plugin Java para navegadores


No final de janeiro a Oracle anunciou em seu blog oficial o fim do plugin Java para navegadores. Assim como o Flash Player da Adobe, o plugin da Oracle sempre sofreu com falhas de segurança.

Com a instrução de padrões como o HTML5, a necessidade do uso de plugins pelos navegadores vem diminuindo cada vez mais.

Alguns navegadores, como as versões mais recentes do Google Chrome e o Microsoft Edge, já nem suportam mais plugins baseados em NPAPI ou ActiveX. O Firefox, da Mozilla, dele eliminar o suporte para plugins baseado sem NPAPI até o final deste ano.

A Oracle confirmou o fim do plugin Java para navegadores a partir da versão 9 do JDK (Java SE Development Kit) e em futuras versões do JRE (Java Runtime Environment).

A empresa recomenda que desenvolvedores de aplicações que precisam do plugin Java para navegadores considerem alternativas como a migração dos applets Java para a tecnologia Java Web Start, que não requer o uso de plug-ins.

Fonte: Baboo

quinta-feira, 30 de junho de 2016

8 ANOS DO ALJUG

Olá pessoALL,

Hoje o Aljug faz 8 anos. No dia 30 de Junho de 2008, foi o dia que recebemos o sim, na época, da Sun Microsystems para criarmos este grupo, sendo reconhecida oficialmente pela entidade como um grupo de usuários Java.
                                          
Até hoje, fizemos 7 eventos, ajudamos em 2 eventos,e sempre que podemos organizamos e ajudamos a quem precisar de apoio.
Temos o site http://www.aljug.com.br, Twitter,Blog, facebook, e grupos no google, como ALJUG e JAVA.AL.

Agradecemos a todos que confia no nosso empenho. Nosso objetivo é sempre contribuir.


Obrigado a todos! E até qualquer hora!

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Android gerou mais de US$ 42 bilhões em receita, segundo Oracle

Pelos cálculos da empresa de desenvolvimento de sistemas Oracle, o Android gerou US$ 42,35 bilhões para o Google entre os anos de 2008 e 2015, principalmente a partir da venda de publicidade. O valor foi estimado pelo economista da Oracle, Adam Jaffe, que testemunhou em um novo julgamento na corte federal de San Francisco. 

A empresa de software corporativo acusa a gigante das buscas na internet de não pagar pela utilização de sua tecnologia Java para desenvolver o Android. Nesta quinta-feira, 19, o presidente-executivo da Alphabet, Larry Page, disse aos membros do júri que o Google acreditava que o software era gratuito para qualquer desenvolvedor utilizá-lo. Quando questionado pelo advogado da Oracle, Peter Bicks, em relação à importância do Android para os negócios do Google, Page foi um tanto evasivo: "Eu acho que o Android é significativo para o Google", disse.

Em seguida, Bicks perguntou se o Google pagou pelo uso do Java, que foi desenvolvido pela Sun Microsystems no início de 1990 e adquirido pela Oracle em 2010. "Quando a Sun desenvolveu o Java, foi estabelecido que seria código aberto", disse Page. "Nós não pagamos por coisas livres e abertas." Em sua defesa, o Google alega que a Oracle adquiriu a Sun, com o objetivo de lançar um processo sobre direitos autorais.

A lei de direitos autorais nos Estados Unidos permite utilização limitada de material protegido, sem adquirir permissão do detentor dos direitos, para propósitos como pesquisa, comentários ou produção de notícias. O Google argumentou que os elementos do Java em questão não devem ser sujeitos ao copyright e, mesmo se forem, a Oracle teria superstimado muito seu pedido de danos. De acordo com Jaffe, o código em questão representa menos de 1% de todas as linhas de código do Android.

Impasse. A disputa entre as duas empresas já foi a julgamento em 2012, mas o júri ficou em um impasse. Agora, se o atual júri do tribunal de San Francisco decidir contra o Google, a empresa pode ser condenada a pagar US$ 9 bilhões em indenizações. 

O julgamento é observado de perto por desenvolvedores de software, que temem que a vitória da Oracle poderia desencadear mais processos de direitos autorais sobre o uso do software.

O Android foi lançado em novembro de 2007. A primeira versão comercial, Android 1.0, foi liberada em setembro do ano seguinte. Atualmente, mais de 1,4 bilhão de dispositivos móveis utilizam o sistema operacional do Google.

Fonte: Estadão

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Copresidente da Oracle diz que Google provocou redução na receita da empresa

Clientes mais antigos reduziram dramaticamente o pagamento de licenciamento por uso de produtos da Oracle após o Google roubar seu software para entrar no mercado de smartphones, disse a copresidente-executiva Safra Catz a jurados nesta terça-feira.

Em julgamento no tribunal federal de San Francisco, a Oracle alegou que o sistema operacional para smartphones Android violou direitos autorais em partes da plataforma de desenvolvimento Java. O Google, unidade da Alphabet, disse que pode usar o Java sem pagar taxa sob a lei de direitos autorais.

A Oracle comprou a Sun em 2010 e processou o Google após as negociações sobre uso do Java terem falhado. O júri chegou a um impasse em 2012. Se o atual júri decidir contra o Google, isso pode levar a um pedido de 9 bilhões de dólares em indenizações.

No tribunal nesta terça-feira, Catz disse que a decisão do Google de distribuir o Android gratuitamente para fabricantes como a Samsung reduziu a tradicional receita de licenciamento que as fabricantes pagavam pelo Java.

"Isso teve um impacto muito negativo", disse Catz.

Fonte: DCI

Executivo da Oracle nega que empresa tenha comprado Sun Micro para processar Google

A Oracle não adquiriu a Sun Microsystems em 2009 com o objetivo de lançar um processo de direitos autorais contra o Google, mas sim para proteger seus produtos que precisavam do software da Sun, disse o copresidente-executivo da Oracle, Safra Catz, aos jurados nesta segunda-feira.

Em um julgamento em um tribunal federal de San Francisco, a Oracle alegou que o sistema operacional para smartphones Android, do Google, violou seus direitos autorais em partes da linguagem de programação Java. O Google, da Alphabet, disse que deveria poder usar o Java sem pagar uma taxa sob a provisão de uso justo da lei de direitos autorais.

A Oracle adquiriu a Sun em 2010 e processou o Google após as negociações terem falhado. Se o atual júri decidir contra o Google em relação ao uso justo, então deve considerar o pedido da Oracle de 9 bilhões de dólares em danos.

O Google argumentou que a Sun deu boas-vindas ao uso do Java pelo Google, mas a Oracle conspirou para processar após adquirir a companhia.

No entanto, um advogado da Oracle questionou Catz sobre e-mails de 2009, nos quais o ex-presidente-executivo da Sun, Jonathan Schwartz, descreve uma disputa com o Google em relação ao Java.

"Ele nos disse que estavam conversando com o Google e estavam tentando fazer com que licenciassem o Java", disse Catz, observando que o Android é uma versão não autorizada do Java, porque o Google não tinha uma licença.

Fonte: DCI

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Google x Oracle: Eric Schmidt depõe em caso de violação de patentes Java

Eric Schmidt testemunhou na terça-feira (10/05). O executivo da Alphabet foi o primeiro a depor no julgamento para definir se o Google violou de patentes de utilização do Java na construção do Android. A Oracle pede mais de US$ 8,8 bilhões em indenização.

No tribunal, ele enfatizou que a ideia de que a gigante de buscas avaliou que não via a necessidade de licenciamento para utilizar 37 interfaces de programação da plataforma que pertence à fabricante de banco de dados.

Indagado se tinha certeza do que falava, retrucou: “Tenho 40 anos de experiência nisso”, replicando o senso comum na indústria de que APIs podem, sim, ser usadas sem que existam permissões.

Os humores ficaram mais tensos quando o promotor, Peter Bicks, começou a fazer uma análise detalhada da situação ao júri sinalizando que tal postura representava violação de propriedade intelectual. Schmidt, porém, permaneceu tranquilo.

“Você está dizendo, então, que não considera APIs uma propriedade?”, indagou. Como resposta, ouviu que o Google possui “milhões de interfaces de programação” e pediu para o defensor da Oracle ser mais específico em sua abordagem.

Mais adiante, Bricks seguiu perguntando se o executivo sabia que o Google tinha pressa para lançar seu sistema operacional móvel. “Você tinha conhecimento que o iPhone era seu competidor, na ocasião, não?”, perguntou.

“Não é verdade”, devolveu Schmidt. “A versão original do Android era uma plataforma móvel distinta”, adicionou. Porém, momentos depois, reconheceu que a empresa enfrentava uma pressão estratégia para levar o SO ao mercado o quanto antes.

Em outro ponto, o executivo afirmou que não reconhecia o nome Henrique de Castro, executivo encarregado da divisão de plataformas móveis enquanto Schmidt era CEO do Google. Instantes depois, indicou que havia cometido um engano e lembrou-se do profissional citado pelo promotor.

As respostas de Schmidt dificultaram a tarefa de Bricks para estabelecer o ponto que queria frente ao júri. Mas isso não significa que o promotor finalizou seus questionamentos quando a corte encerrou as atividades.

O executivo do Google retorna ao tribunal nessa quarta-feira (11). O promotor da gigante de buscas Bob Van Nest protestou bastante, dizendo que a Oracle tomou tempo demais como Schmidt como testemunha. Sobre o fim da sessão, o juiz William Alsup, disse que o júri tem dinheiro de encerrar as atividades no seu tempo.

“Sei que a testemunha é uma pessoa ocupada, assim como os membros do júri”, afirmou o magistrado.

O caso deve se estender por diversas semanas, ainda. A Oracle pede US$ 8,8 bilhões em danos causados por quebra de propriedade intelectual. O Google acredita que o uso das APIs “é justo” e que não deve nada.


Google ia pagar 35 milhões de euros para usar Java

A Oracle processou a Google porque a tecnológica de Mountain View terá usado a linguagem Java sem autorização. Esta linguagem de programação foi desenvolvida pela Sun Microsystems, empresa que foi comprada pela Oracle.

Agora em tribunal, Eric Schmidt, chairman da Google, afirma que a tecnológica estava preparada para pagar entre 26,2 e 35 milhões de euros por uma licença de cinco anos para usar a tecnologia Java no Android, mas que o acordo acabou por cair.

Segundo o Wall Street Journal, Jonathan Schwartz, na altura CEO da Sun, afirma que o acordo previa que fosse colocado o logo do Java no Android, assim como a utilização de mais porções da linguagem de programação.

De acordo com Schwartz, as conversações caíram porque a Google não queria depender de outra empresa para a sua tecnologia principal.