terça-feira, 30 de junho de 2015

Guerra do Java: Google perde mais uma na batalha contra a Oracle

A Suprema Corte dos Estados Unidos devolveu nesta segunda-feira, 29/06, o processo da Oracle contra o Google à Justiça Federal do país. A ação, por violação de patentes, estava na instância máxima do Direito norte-americano a pedido da Google, que sofreu uma derrota em instâncias federais em 2014.

Com a decisão, a Suprema Corte avaliza que a ação movida pela Oracle tem fundamento e que, embora possa demorar anos para que receber um veredito final, a gigante de buscas terá de pagar para usar pedaços de códigos no sistema operacional Android, o mais popular no mundo dos smartphones e tablets, e baseado em Java.

A Oracle entrou na Justiça contra a Google em 2011. A empresa de Larry Ellison alegou que o Android foi construído com pedaços do Java, sem que a Google negociasse o pagamento de royalties. A Google, por sua vez, nega qualquer cópia. Diz que não deve nada à Oracle pois os códigos usados não seriam patentáveis.

O processo pode resultar no pagamento de mais de US$ 1 bilhão pelo Google. E já foi objetivo de uma vitória e uma derrota na Justiça do país. O julgamento divide o setor de tecnologia nos EUA. Yahoo!, Red Hat e HP já se posicionaram favoráveis à Google, enquanto Microsoft, NetApp e EMC apoiam a Oracle.

*Com agências internacionais

Fonte:Convergencia Digital

sábado, 20 de junho de 2015

Emitindo certificado pelo Site do ALJUG

Olá pessoal.

Gostaram do ALJUG JAVA ONE TOUR, eu também!

Agora vamos emitir os certificados, que já estão disponível no site.


Segue abaixo as instruções para emitir certificado pelo site, qualquer dúvida posta um comentário.




No próximo post irei colocar as fotos do evento!

E em setembro temos um encontro marcado!


quinta-feira, 11 de junho de 2015

Procuram-se desenvolvedores

Pesquisa revela aumento na demanda por profissionais especializados em Microsoft Dot.Net, Oracle PL-SQL e Java.

Segundo o levantamento realizado pela Conquest One, consultoria brasileira de TI com atuação em Outsourcing e Staffing, que analisou as oportunidades do mercado de Tecnologia da Informação em 2014 - estimado para crescer acima da economia em 2015 - baseado nas vagas trabalhadas pela companhia no período, as oportunidades de TI serão crescentes para os desenvolvedores nos próximos anos.


Das vagas do ano anterior, a área de desenvolvimento se destacou, com a busca por profissionais para tecnologias Dot.Net, PL-SQL e Java, que responderam por 11%,  12% e 5% das vagas preenchidas respectivamente, resultando em 28% do total de demandas do período; áreas de infraestrutura que incluem os Analistas de Suporte (11%), Administradores de redes (6%), Consultores Windows (6%) e DBA (5%) também responderam por boa parte das demandas do ano, com uma média de 28% das oportunidades. Das vagas contabilizadas pelo levantamento, no consolidado anual, a área de desenvolvimento demandou 41% profissionais e a de infraestrutura 37%.

“A área de infraestrutura está se consolidando, porque as empresas têm transferido a sua infraestrutura para a nuvem, por isso, é natural ver o aumento da procura por profissionais de desenvolvimento e a queda pelos de infraestrutura, uma tendência que será crescente na área de TI nos próximos anos”, explica Marcelo Vianna da Silveira, sócio-diretor da Conquest One.

Em 2014, os setores de construção (18%), tecnologia (16%), farmacêutico (9,5%), varejo (8%), processamento de cartões (8%) e indústria (7%) demandaram mais profissionais de TI, atrás de setores de seguros, saúde e serviços, com uma média de 6%, cada.  Já no primeiro trimestre de 2015, o aumento na demanda por profissionais de TI se manteve nos setores de construção (20%), tecnologia (19%), farmacêutico (15%), e as áreas de processamento de cartões (10%), saúde (8%), varejo (8%) e serviços (5%) também se destacaram.

“A estimativa é que em 2015 esse cenário mude, com o setor financeiro, principalmente os bancos, exigindo profissionais capacitados para atuar em áreas como mobilidade e segurança”, afirma Antonio Loureiro, presidente da Conquest One. A expectativa da companhia é que em 2015 o número de vagas preenchidas tenha aumento na ordem de 15%.

Embora a área esteja aquecida, 90% das oportunidades do ano passado foram para profissionais com experiência para os níveis pleno, sênior ou gerencial – esta última área respondeu por mais de 10% das demandas do ano passado – e nesse trimestre, 20% das oportunidades são para os cargos de liderança, para atuar nas funções de líderes e gerentes de projetos. O inglês também tem entrado na exigência dos contratantes, e no ano passado, 10% das vagas exigiram fluência no idioma, tendência que deve se manter, de acordo com a Conquest One. “O inglês tem se tornado mandatório para o profissional de tecnologia, que precisa estar apto a compreender diferentes sotaques e participar de conference calls com profissionais de diversas regiões do mundo”, conclui Marcelo Vianna da Silveira.

Fonte: Ipnews

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Eventos ALJUG - Tour JavaOne

Olá pessoal e mais eventos a vista!

Desta vez é o Tour JavaOne

No dia 18 de Junho de 2015 haverá o Tour JavaOne ALJUG!


O evento será realizado no auditório do Colégio Santa Úrsula na Faculdade


Contaremos com a presença de Bruno{JavaMan} e Ruslan o CEO da Jelastic


A inscrição deverá ser feito no site do ALJUG

Para isso preencha os dados escolha o evento ALJUG - JAVA ONE TOUR no campo "Inscrição em" selecione a opção Palestra e escolha qualquer uma das palestras, com isso poderemos está gerando o certificado do evento.

Esperamos você!






Eventos ALJUG - Workshop Be Mean

PessoALL,


Iniciando nossas atividades com eventos, de 2015, estaremos nos dias 08,09,10,11 e 12 realizando um workshop, trata-se do WorkShop Be Mean presencial aqui em Maceió-AL.

Veja o cartaz abaixo:



As inscrições poderão ser realizadas através do site https://goo.gl/mVbKhf


Vale lembrar que só são 20 vagas.

Conto com a presenças de vocês!

quinta-feira, 28 de maio de 2015

EUA pedem que Google seja ignorado em caso sobre Java

Washington - O governo do presidente norte-americano Barack Obama tomou partido nesta terça-feira contra a Google e disse que a Suprema Corte do país não deve ouvir o apelo da empresa em um caso contra a Oracle Corp com amplas implicações para a indústria de tecnologia, de acordo com um documento apresentado à corte.

O caso envolve o quão abrangente deve ser a proteção dos direitos autorais para a linguagem de programação Java.

A Oracle venceu uma decisão do tribunal de apelações federal no ano passado, que garante o direito autoral de partes do Java, mas o Google argumenta que deveria ter liberdade para usar Java sem pagar licenciamento.

O Google, que usou Java para projetar seu sistema operacional para smartphones Android, apelou à Suprema Corte dos EUA.

O tribunal então pediu ao governo Obama em janeiro para se pronunciar sobre o caso.

Segundo o Google, uma vitória da Oracle pode obstruir "um grande volume de inovação", porque os desenvolvedores de software não seriam capazes de construir livremente sobre o trabalho uns dos outros.

Mas a Oracle diz que a proteção efetiva de direitos de autor é a chave para a inovação de software.

O advogado-geral norte-americano, Donald Verrilli, disse no documento apresentado nesta terça-feira que o argumento do Google de que o código não tem direito à proteção "não tem mérito" e que não precisa ser revista pela Suprema Corte.

A Suprema Corte deve decidir sobre o caso até junho.

Fonte: Exame

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Linguagem Dart quer substituir Java e acelerar apps do Android

Com exceção de alguns games, os apps do Android são baseados no Java. Mas essa dependência do sistema operacional, que também tem a interface feita na linguagem, não deve demorar a diminuir. Isso porque engenheiros do Google trabalham, pelo menos desde 2011, na criação de um substituto, chamado de Dart, cuja aplicação no SO, batizada de Sky, foi mostrada recentemente durante um congresso.

A plataforma de programação web tem como foco o desempenho dos aplicativos criados com base no framework demonstrado. De acordo com Eric Seidel, engenheiro que faz a apresentação do vídeo abaixo, um dos principais objetivos do sistema é fazer aplicações rápidas e responsivas, que rodam sempre estáveis, sem atrasos na exibição.

Nos padrões atuais – e na aplicação demonstrada, que pode ser baixada aqui –, isso equivale a 60 Hz (ou 60 frames por segundo) constantes. Contudo, a ideia dos desenvolvedores é fazer esse patamar dobrar, chegando a 120 Hz. E o mais interessante: tudo sem os chamados janks, causados por frames que demoram demais a carregar e que não conseguem acompanhar a taxa de atualização (refresh rate) da tela do dispositivo.

A API do framework Sky simplesmente “não bloqueia a thread principal da UI”, ou interface do usuário. “Isso significa que a UI continuará rápida e responsiva, mesmo que o aplicativo fique lento”, diz o site Ars Technica. No exemplo mostrado, os frames eram renderizados a 1.2 ms, bem abaixo dos 8 ms necessários para chegar à marca de 120 Hz. A aplicação, porém, é bem simples, o que ainda deixa dúvidas em relação aos apps mais pesados.

Outra característica da linguagem é o fato de ser ligada à web, ponto em que remete ao HTML5. Seus apps “funcionam um pouco como sites”, e a maior parte de seus códigos fica hospedada na rede. Dessa forma, desenvolvedores podem continuar o trabalho nas aplicações e usar o servidor HTTP para enviar as novas informações – e atualizações, inclusive de segurança –, instaladas assim que a aplicação é reaberta no dispositivo do usuário – igual a um site.

O lado “web” da linguagem também significa que ela é agnóstica, e deve rodar em qualquer plataforma que tenha uma máquina virtual Dart. Em uma comparação um pouco forçada, é mais ou menos a mesma história de aplicativos em HTML5 que funcionam em qualquer navegador com suporte. A principal diferença está no fato de que os apps na nova linguagem têm acesso às APIs do sistema, o que aumenta consideravelmente sua integração.

O lado negativo dessa dependência da web é que as aplicações, como a demonstrada pelo engenheiro Seidel, não funcionam offline. É algo que poderia ser resolvido com cache, mas não deixa de ser um contratempo.

De qualquer forma, o framework Sky ainda está no início da fase de testes. Por isso, não há previsão para a chegada de apps na Play Store, além do demonstrado na apresentação. O projeto é de código aberto, e você pode checar os avanços dos engenheiros do Google – e até tentar colaborar – na página no Github.

Fonte: Imasters