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terça-feira, 16 de outubro de 2018

Java SE 11: Oracle Acelera Produtividade com Nova Versão

A Oracle acaba de anunciar a disponibilização do Java SE 11 (JDK11), no seguimento do seu compromisso para disponibilizar regularmente inovações e atualizações Java à comunidade.

O JDK 11 oferece aos programadores um conjunto de novas melhorias a nível da produtividade, bem como suporte à criptografia moderna e standards internet, incluindo TLS 1.3 e HTTP/2.

O JDK é a primeira Long Term Support (LTS) update a ocorrer apenas seis meses após o anúncio da Oracle, o JDK 11, e resulta da profunda colaboração entre os engenheiros da Oracle e os membros da comunidade mundial de programadores Java através da OpenJDK Community e da JCP. Desde o lançamento do Java SE 8, que a comunidade tem vindo a colaborar em mais de 100 novos melhoramentos que foram sendo introduzidos através do JDK 9, 10, e 11.

“O protocolo TLS 1.3 foi recentemente aprovado, e são excelentes notícias que o Java SE 11 o suporte imediatamente,” afirma Jim Manico, coautor do Iron Clad Java e fundador da Manicode Security. “O novo ciclo de atualizações do Java para o Java SE significa que importantes protocolos de segurança e outros standards, tais como o TLS 1.3, podem ser disponibilizados e adotados rapidamente, dotando os programadores de aplicações, com mais ferramentas para escreverem software seguro, na linguagem mais popular do mundo, o Java!”

Os clientes podem agora migrar do Java SE 8 para o Java SE 11, ao ritmo que for mais conveniente para responder às necessidades dos seus negócios, suportados pelo Long Term Support da Oracle. A Oracle irá oferecer aos seus clientes atualizações de segurança e de resolução de bugs no JDK 11 em 2026, sendo que o próximo lançamento LTS está já previsto para setembro de 2021.

“Graças às melhorias contínuas realizadas pela Oracle e pela Comunidade Java, a JVM continua a ser a melhor plataforma para o desenvolvimento de aplicações,” afirma Rafael Winterhalter, da Scienta Norway e criador do popular mecanismo de geração de códigos e manipulação de dados para Java, o Byte Buddy. “Confio na versão Java SE 11, porque podemos ver os benefícios dos módulos do sistema a transformarem-se em realidade, tornando as aplicações Java mais condensadas e transparentes. Estes aspetos são fulcrais, sobretudo à medida que as aplicações estão a ganhar um maior nível de complexidade, e estão cada vez mais sujeitas a um número crescente de dependências. As novas funcionalidades, quando exploradas como ‘nestmates’ são muito promissoras no que diz respeito a melhorar a inicialização e o desempenho da compilação avança claramente.”

As principais funcionalidades do Java SE 11 incluem:

  • Controles de acesso nest-based: elimina a necessidade de os compiladores inserirem métodos de ligação no alargamento das acessibilidades.
  • Dinâmica constante dos class-file: reduz os custos da disrupção na criação de novas formas de materialização dos class-file constantes e oferecer um leque mais amplo de opções, para facilitar a escrita e a compreensão dos códigos, bem como o seu desempenho.
  • ZGC: (experimental) uma caixa do lixo escalável e de baixa latência.
  • Epsilon: implementação GC totalmente passiva, com um limite mínimo de alocação e a menor latência possível de sobrecarga.
  • Flight Recorder: quadro de recolha de dados com custos mínimos, para resolver os problemas e as sobrecargas das aplicações Java e HotSpot JVM.

“As atualizações do modelo LTS permitem aos nossos clientes migrar de uma versão Java SE LTS para outra mais atual ao seu próprio ritmo, ao mesmo tempo que garante que o ecossistema de programadores Java pode aceder, mais rapidamente do que nunca, às melhorias introduzidas,” afirma Georges Saab, Vice President, Software Development, Java Platform Group, da Oracle. “Com a introdução da Oracle Java SE Subscription, os clientes passaram também agora a ter acesso a uma forma fácil de aproveitar os lançamentos regulares das atualizações testadas e certificadas de desempenho, de estabilidade e de segurança, diretamente da Oracle.”

Java SE Subscription é a oferta mais econômica e previsível da Oracle para gerir as instalações de Oracle Java SE nas empresas. Mais informação sobre o JDK 11, incluindo a lista completa das funcionalidades disponível em Java PM blog.

Para conhecer as atualizações mais recentes, participe no Oracle Code One, a conferência inaugural dos programadores, que terá lugar em São Francisco, nos EUA, de 22 a 25 de outubro de 2018. Registe-se em https://www.oracle.com/code-one


Fonte: Techenet com adaptações

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Promoção de exame de certificação da Oracle

A Oracle University, área da Oracle que promove cursos para formação em Tecnologia da Informação, acaba de lançar uma promoção para retake gratuito (segundo teste sem custos) de exame de certificação das soluções Oracle. Os conteúdos dos cursos são relacionados com Java, Oracle Database, Oracle Database Cloud Service e Java Cloud Service.

O processo para o agendamento do(s) exame(s) é simples:

• Acesse o site da Person/VUE e selecione o exame respectivo às tecnologias de interesse;
• Use o código RETAKE18BR e registre-se para ter o segundo exame sem custos;
• O primeiro exame deve ser realizado até o 31 de maio de 2018. Se não for aprovado, a segunda oportunidade, sem necessidade de pagamento, deverá ser realizada antes de 15 de julho de 2018.

“A promoção de retake gratuito é apenas uma prova da missão de Oracle University que incentiva e promove a formação de novos profissionais em TI, bem como ajudar na empregabilidade por meio de conhecimento de alto nível, cada vez mais exigido pelo mercado”, destaca Debora Palermo, diretora de Oracle University, da Oracle do Brasil.

Sobre a Oracle
A Oracle Cloud oferece um portfólio completo de aplicativos para ERP, HCM e CX, além do melhor banco de dados em Plataforma como Serviço (PaaS) e Infraestrutura como Serviço (IaaS), nos data centers localizados nas Américas, Europa e Ásia. Para mais informações sobre a Oracle (NYSE: ORCL. visite www.oracle.com/br.

Marcas Registradas

Oracle e Java são marcas registradas da Oracle e/ou suas afiliadas. Outros nomes são de propriedade de seus respectivos donos.


Fonte: InforChannel

quarta-feira, 14 de março de 2018

Os nove primeiros projetos propostos para o EE4J

Os primeiros nove projetos propostos pela Eclipse Foundation destinados a serem incluídos no Eclipse Enterprise for Java (EE4J) foram feitos. São eles:

Eclipse Grizzly
Eclipse OpenMQ
Eclipse Mojarra
Eclipse Message Service API para Java ( JSR 914 )
Eclipse Tyrus
Eclipse Java API para RESTful Web Services (JAX-RS)
Eclipse Jersey
Eclipse WebSocket API para Java ( JSR 356 )
Eclipse JSON Processing

Como descrito na carta do EE4J, esses projetos foram criados como parte do processo de transição das tecnologias do Java EE 8 e GlassFish da Oracle para a Eclipse Foundation. Todos os projetos novos seguem o processo de desenvolvimento do Eclipse para ser integrado ao EE4J.

Dois projetos adicionais, EclipseLink e Eclipse Yasson , já estão no processo de migração para o EE4J . Informações relevantes para todos os projetos da Fundação Eclipse podem ser encontradas em seu site de notícias sobre atividades de projetos .

Dmitry Kornilov, gerente sênior de desenvolvimento na Oracle, e Mike Milinkovich, diretor executivo na Eclipse Foundation, falaram com o InfoQ sobre esses nove novos projetos.

Uma pergunta importante bem como sua resposta:

InfoQ: O que está no horizonte para o EE4J?

Kornilov: Há muitas coisas acontecendo. O primeiro objetivo é transferir todos os projetos Java EE para a Eclipse Foundation e lançar a primeira versão do EE4J. O plano é que essa versão seja compatível com o Java EE 8. O segundo objetivo é definir um novo processo de padronização que será utilizado no EE4J e irá substituir o processo da JCP que era utilizado no Java EE. E o objetivo final é que, com o processo de padronização definido, seja lançada uma nova versão totalmente desenvolvida pela comunidade Enterprise do Java.

Fonte: InfoQ, adaptado.

sexta-feira, 9 de março de 2018

JavaFX será retirada do Java JDK

A tecnologia para Java, de desenvolvimento de software cliente enriquecido, a JavaFX, será removida do Java Development Kit (JDK). Disponibilizada pela Oracle há dez anos, seguirá o seu processo autónomo de evolução.

Ao ter o seu próprio módulo ficará mais fácil de ser adotada e abre-se caminho a contribuições de mais intervenientes, acredita o fabricante. Na sua visão, com a nova agenda prevista de atualizações mais frequentes para a linguagem Java, e respectivo kit de desenvolvimento, o JavaFX precisa de ter o seu próprio ritmo.

Este será promovido pelas contribuições da Oracle e de outros intervenientes na comunidade OpenJFX. O JavaFX já não fará parte do JDK 21, previsto para Setembro de 2018.

Permanecerá no JDK 10 que será disponibilizado durante a próxima Primavera, segundo a referida agenda. O suporte comercial para o JavaFX no JDK 8 continuará até pelo menos 2022. Com um conjunto de pacotes de software para elementos gráficos e de media, o JavaFX faz parte do JDK desde 2012.

Foi introduzido em Maio de 2007 pelo fabricante fundador da Java, a Sun Microsystems. Tratou-se de uma tentativa de colocar a linguagem na vanguarda do desenvolvimento de software cliente enriquecido, nos desktops e dispositivos móveis. E assim compete com o Adobe Flash e o Microsoft Silverlight.

A Oracle assumiu o controle sobre a tecnologia quando adquiriu a Sun em 2010. Tornou-se código aberto em 2011, teve adopção mas sem relevância muito marcada.

Tal como o Silverlight e o Flash Player, o JavaFX perdeu importância, conforme os programadores procuraram usar mais tecnologias baseadas em normas, particularmente a HTML5, para desenvolver aplicações enriquecidas para Internet.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Oracle quer Java EE mais ‘Open Source’

A Oracle quer reposicionar o Java EE no mercado, sobretudo a forma como é desenvolvido. Torná-lo mais ágil, responsivo e capaz de se adaptar melhor às necessidades atuais da indústrias e tecnologia é a missão que define para este popular produto.

O blog da Oracle destaca esta importante alteração de produto. O Java EE (Java Platform, Enterprise Edition) é uma plataforma utilizada para programação que serve de base ao desenvolvimento e execução de software empresarial na língua Java. O Java EE é também considerado um padrão sendo as suas normas definidas pelo The Java Community Process.

O desenvolvimento do Java EE já acontece de forma ‘Open Source’ e com a ajuda da comunidade, defendendo agora a Oracle uma melhoria no processo já que para a empresa não parece que seja tão flexível e aberto como os produtos de outras comunidades de programadores.

Com o Java EE 8 já na sua fase final de desenvolvimento, a Oracle acredita que o próximo paso seja adotar um processo de licenciamento mais flexível. A comunidade tem tido um papel determinante na inclusão de novas funcionalidades, apesar de existirem ainda muitos detalhes a solucionar pela frente.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Oracle disponibiliza o Java RE v8 Update 121

A Oracle disponibilizou para download nesta semana o Java RE v8 Update 121 para Windows* e outras plataformas.

O Java Runtime Environment (ou Java RE) permite que os usuários executem jogos e aplicativos programados em Java, façam o upload de fotos em certos sites, conversem online, façam tours virtuais e usem serviços como treinamento online, transações bancárias online e mapas interativos.

Muitos serviços de internet banking no Brasil requerem a instalação do Java Runtime Environment no computador, por isso é extremamente importante mantê-lo sempre atualizado. Ele está disponível para download gratuitamente e em versões 32 e 64 bits para Windows.

De acordo com a Oracle, o Update 121 traz correções de bugs e correções para múltiplas falhas de segurança. Algumas das falhas corrigidas são de alto risco.

A lista com os bugs corrigidos pode ser vista aqui e a lista com as vulnerabilidades pode ser vista aqui.

*Java RE v8 não inclui suporte para o Windows XP.

Fonte: R7

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

(Continua) Oracle entra com pedido de apelação contra o Google em caso de Java

A Oracle entrou com um pedido oficial de apelação para recorrer da decisão da justiça dos Estados Unidos no caso do uso do Java. Em maio, a empresa perdeu o caso contra o Google em que se discutia se o uso do Java no desenvolvimento do Android configurava como uso justo ou infração de direitos autorais.

O apelo da Oracle não é usa surpresa, mas é considerado um tiro no escuro pois a questão do uso justo é subjetiva e coloca o Google em vantagem.

Entenda o caso
Durante o desenvolvimento do Android, a equipe de programadores usou 37 APIs do Java, que na época era propriedade da Sun Mycrosystems. Quando o Google adquiriu o Android e lançou em 2008 o HTC Dream, firmou um acordo para uso da plataforma de desenvolvimento.

Porém, em 2010, a Oracle comprou a Syn Microsystems e processou o Google por infração de direitos autorais. Em resposta, o Google apelou para o uso justo, alegando que o uso das APIs Java era necessário para desenvolvimento da plataforma e não eram passíveis de serem patenteadas.


Fonte: OlharDigital

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Oracle pede novo julgamento em processo contra o Google

A recente vitória do Google nos tribunais, após um processo que já dura mais de seis anos movido pela Oracle, parecia ser o final de uma novela gigante. Ou não. Advogados da empresa desenvolvedora do Java, e que demanda compensações financeiras da gigante da web justamente pelo uso irregular da tecnologia, voltaram a registrar, nesta quarta-feira (17), um novo pedido de julgamento que deve alongar ainda mais a disputa. 

Com custos que já somam US$ 9 bilhões, a ação está relacionada ao que a Oracle julga uma quebra de suas patentes pelo Google, que teria utilizado tecnologias Java na criação do sistema operacional Android. Os juízes não deram razão a ela, mesmo após sucessivos apelos, mas, agora, anúncios feitos pela própria dona do sistema operacional do robô verde podem transformar o cenário, fazendo com que muitos acreditem que a reclamante conseguirá obter algum tipo de compensação financeira. 

A virada foi extremamente técnica, mas se parece com aquelas que veríamos em um filme de tribunal. Além do argumento de que as tecnologias usadas são de código aberto, o Google alegava, também, que o uso do Java no Android não feria o mercado da Oracle, pois o sistema estava disponível apenas em celulares e tablets. Entretanto, no mesmo dia e horário da audiência, a companhia apresentava uma versão da Google Play Store para Chromebooks, levando seus sistemas para computadores e subvertendo a própria defesa. 

Agora, a Oracle afirma que o Google não apenas está, mais ainda, ferindo sua fatia de mercado, como também tentou acelerar o julgamento para obter vitórias antes do anúncio, escondendo o desenvolvimento de uma versão da loja online para o Chrome OS. Em resposta, Mountain View disse ter sim apresentado documentos sobre a função que permite rodar apps do Android nos notebooks, e, inclusive, eles teriam sido analisados por especialistas da Oracle. A Play Store para o Chrome OS, entretanto, não teria sido baseada em tal tecnologia, apesar de ter finalidade semelhante. 

Além disso, relatórios relacionados ao mais recente julgamento indicam que a Oracle também teria razão em processar o Google por sistemas Android disponíveis em carros, relógios inteligentes e dispositivos de Internet das Coisas. Entretanto, foi uma decisão da corte limitar o processo apenas aos produtos considerados principais – ou seja, o sistema operacional móvel –, de forma a facilitar o entendimento dos jurados e também o andamento de um processo gigantesco que não para de crescer.

 Tudo isso pode mudar agora, baseado também na noção que, por mais que os papéis originalmente se relacionem apenas a tecnologias lançadas até 2012, a Oracle pode pedir uma extensão do caso e também de seus ganhos até o recém-anunciado Android Nougat. E se a ideia de que o Chrome OS também entra na dança colar, todo o processo ganhará novos tons, extremamente favoráveis para a dona do Java, que não tem poupado despesas para vencer a peleja. 

A próxima audiência sobre o caso, que vai julgar a admissão ou não de um novo pedido de julgamento, acontece em 22 de setembro. Com as novas alegações, é bastante provável que o processo complete seu aniversário de sete anos, em maio de 2017, e continue existindo por pelo menos mais algum tempo.

Fonte: CanalTech

terça-feira, 19 de julho de 2016

ORACLE DISPONIBILIZA O JAVA RE V8 UPDATE 101

A Oracle disponibilizou para download nesta terça-feira o Java RE v8 Update 101 para Windows* e outras plataformas.

O Java Runtime Environment (ou Java RE) permite que os usuários executem jogos e aplicativos programados em Java, façam o upload de fotos em certos sites, conversem online, façam tours virtuais e usem serviços como treinamento online, transações bancárias online e mapas interativos.

Muitos serviços de internet banking no Brasil requerem a instalação do Java Runtime Environment no computador, por isso é extremamente importante mantê-lo sempre atualizado. Ele está disponível para download gratuitamente e em versões 32 e 64 bits para Windows.

De acordo com a Oracle, o Update 101 traz correções de bugs e correções para múltiplas falhas de segurança. Algumas das falhas corrigidas são de alto risco.

A lista com os bugs corrigidos pode ser vista aqui e a lista com as vulnerabilidades pode ser vista aqui.

*Java RE v8 não inclui suporte para o Windows XP.

Os usuários podem fazer o download do Java RE v8 Update 101 para Windows (32 e 64 bits) e para outras plataformas clicando aqui e mais informações sobre o Java podem ser encontradas no site java.com.

Fim do plugin Java para navegadores


No final de janeiro a Oracle anunciou em seu blog oficial o fim do plugin Java para navegadores. Assim como o Flash Player da Adobe, o plugin da Oracle sempre sofreu com falhas de segurança.

Com a instrução de padrões como o HTML5, a necessidade do uso de plugins pelos navegadores vem diminuindo cada vez mais.

Alguns navegadores, como as versões mais recentes do Google Chrome e o Microsoft Edge, já nem suportam mais plugins baseados em NPAPI ou ActiveX. O Firefox, da Mozilla, dele eliminar o suporte para plugins baseado sem NPAPI até o final deste ano.

A Oracle confirmou o fim do plugin Java para navegadores a partir da versão 9 do JDK (Java SE Development Kit) e em futuras versões do JRE (Java Runtime Environment).

A empresa recomenda que desenvolvedores de aplicações que precisam do plugin Java para navegadores considerem alternativas como a migração dos applets Java para a tecnologia Java Web Start, que não requer o uso de plug-ins.

Fonte: Baboo

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Android gerou mais de US$ 42 bilhões em receita, segundo Oracle

Pelos cálculos da empresa de desenvolvimento de sistemas Oracle, o Android gerou US$ 42,35 bilhões para o Google entre os anos de 2008 e 2015, principalmente a partir da venda de publicidade. O valor foi estimado pelo economista da Oracle, Adam Jaffe, que testemunhou em um novo julgamento na corte federal de San Francisco. 

A empresa de software corporativo acusa a gigante das buscas na internet de não pagar pela utilização de sua tecnologia Java para desenvolver o Android. Nesta quinta-feira, 19, o presidente-executivo da Alphabet, Larry Page, disse aos membros do júri que o Google acreditava que o software era gratuito para qualquer desenvolvedor utilizá-lo. Quando questionado pelo advogado da Oracle, Peter Bicks, em relação à importância do Android para os negócios do Google, Page foi um tanto evasivo: "Eu acho que o Android é significativo para o Google", disse.

Em seguida, Bicks perguntou se o Google pagou pelo uso do Java, que foi desenvolvido pela Sun Microsystems no início de 1990 e adquirido pela Oracle em 2010. "Quando a Sun desenvolveu o Java, foi estabelecido que seria código aberto", disse Page. "Nós não pagamos por coisas livres e abertas." Em sua defesa, o Google alega que a Oracle adquiriu a Sun, com o objetivo de lançar um processo sobre direitos autorais.

A lei de direitos autorais nos Estados Unidos permite utilização limitada de material protegido, sem adquirir permissão do detentor dos direitos, para propósitos como pesquisa, comentários ou produção de notícias. O Google argumentou que os elementos do Java em questão não devem ser sujeitos ao copyright e, mesmo se forem, a Oracle teria superstimado muito seu pedido de danos. De acordo com Jaffe, o código em questão representa menos de 1% de todas as linhas de código do Android.

Impasse. A disputa entre as duas empresas já foi a julgamento em 2012, mas o júri ficou em um impasse. Agora, se o atual júri do tribunal de San Francisco decidir contra o Google, a empresa pode ser condenada a pagar US$ 9 bilhões em indenizações. 

O julgamento é observado de perto por desenvolvedores de software, que temem que a vitória da Oracle poderia desencadear mais processos de direitos autorais sobre o uso do software.

O Android foi lançado em novembro de 2007. A primeira versão comercial, Android 1.0, foi liberada em setembro do ano seguinte. Atualmente, mais de 1,4 bilhão de dispositivos móveis utilizam o sistema operacional do Google.

Fonte: Estadão

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Copresidente da Oracle diz que Google provocou redução na receita da empresa

Clientes mais antigos reduziram dramaticamente o pagamento de licenciamento por uso de produtos da Oracle após o Google roubar seu software para entrar no mercado de smartphones, disse a copresidente-executiva Safra Catz a jurados nesta terça-feira.

Em julgamento no tribunal federal de San Francisco, a Oracle alegou que o sistema operacional para smartphones Android violou direitos autorais em partes da plataforma de desenvolvimento Java. O Google, unidade da Alphabet, disse que pode usar o Java sem pagar taxa sob a lei de direitos autorais.

A Oracle comprou a Sun em 2010 e processou o Google após as negociações sobre uso do Java terem falhado. O júri chegou a um impasse em 2012. Se o atual júri decidir contra o Google, isso pode levar a um pedido de 9 bilhões de dólares em indenizações.

No tribunal nesta terça-feira, Catz disse que a decisão do Google de distribuir o Android gratuitamente para fabricantes como a Samsung reduziu a tradicional receita de licenciamento que as fabricantes pagavam pelo Java.

"Isso teve um impacto muito negativo", disse Catz.

Fonte: DCI

Executivo da Oracle nega que empresa tenha comprado Sun Micro para processar Google

A Oracle não adquiriu a Sun Microsystems em 2009 com o objetivo de lançar um processo de direitos autorais contra o Google, mas sim para proteger seus produtos que precisavam do software da Sun, disse o copresidente-executivo da Oracle, Safra Catz, aos jurados nesta segunda-feira.

Em um julgamento em um tribunal federal de San Francisco, a Oracle alegou que o sistema operacional para smartphones Android, do Google, violou seus direitos autorais em partes da linguagem de programação Java. O Google, da Alphabet, disse que deveria poder usar o Java sem pagar uma taxa sob a provisão de uso justo da lei de direitos autorais.

A Oracle adquiriu a Sun em 2010 e processou o Google após as negociações terem falhado. Se o atual júri decidir contra o Google em relação ao uso justo, então deve considerar o pedido da Oracle de 9 bilhões de dólares em danos.

O Google argumentou que a Sun deu boas-vindas ao uso do Java pelo Google, mas a Oracle conspirou para processar após adquirir a companhia.

No entanto, um advogado da Oracle questionou Catz sobre e-mails de 2009, nos quais o ex-presidente-executivo da Sun, Jonathan Schwartz, descreve uma disputa com o Google em relação ao Java.

"Ele nos disse que estavam conversando com o Google e estavam tentando fazer com que licenciassem o Java", disse Catz, observando que o Android é uma versão não autorizada do Java, porque o Google não tinha uma licença.

Fonte: DCI

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Google x Oracle: Eric Schmidt depõe em caso de violação de patentes Java

Eric Schmidt testemunhou na terça-feira (10/05). O executivo da Alphabet foi o primeiro a depor no julgamento para definir se o Google violou de patentes de utilização do Java na construção do Android. A Oracle pede mais de US$ 8,8 bilhões em indenização.

No tribunal, ele enfatizou que a ideia de que a gigante de buscas avaliou que não via a necessidade de licenciamento para utilizar 37 interfaces de programação da plataforma que pertence à fabricante de banco de dados.

Indagado se tinha certeza do que falava, retrucou: “Tenho 40 anos de experiência nisso”, replicando o senso comum na indústria de que APIs podem, sim, ser usadas sem que existam permissões.

Os humores ficaram mais tensos quando o promotor, Peter Bicks, começou a fazer uma análise detalhada da situação ao júri sinalizando que tal postura representava violação de propriedade intelectual. Schmidt, porém, permaneceu tranquilo.

“Você está dizendo, então, que não considera APIs uma propriedade?”, indagou. Como resposta, ouviu que o Google possui “milhões de interfaces de programação” e pediu para o defensor da Oracle ser mais específico em sua abordagem.

Mais adiante, Bricks seguiu perguntando se o executivo sabia que o Google tinha pressa para lançar seu sistema operacional móvel. “Você tinha conhecimento que o iPhone era seu competidor, na ocasião, não?”, perguntou.

“Não é verdade”, devolveu Schmidt. “A versão original do Android era uma plataforma móvel distinta”, adicionou. Porém, momentos depois, reconheceu que a empresa enfrentava uma pressão estratégia para levar o SO ao mercado o quanto antes.

Em outro ponto, o executivo afirmou que não reconhecia o nome Henrique de Castro, executivo encarregado da divisão de plataformas móveis enquanto Schmidt era CEO do Google. Instantes depois, indicou que havia cometido um engano e lembrou-se do profissional citado pelo promotor.

As respostas de Schmidt dificultaram a tarefa de Bricks para estabelecer o ponto que queria frente ao júri. Mas isso não significa que o promotor finalizou seus questionamentos quando a corte encerrou as atividades.

O executivo do Google retorna ao tribunal nessa quarta-feira (11). O promotor da gigante de buscas Bob Van Nest protestou bastante, dizendo que a Oracle tomou tempo demais como Schmidt como testemunha. Sobre o fim da sessão, o juiz William Alsup, disse que o júri tem dinheiro de encerrar as atividades no seu tempo.

“Sei que a testemunha é uma pessoa ocupada, assim como os membros do júri”, afirmou o magistrado.

O caso deve se estender por diversas semanas, ainda. A Oracle pede US$ 8,8 bilhões em danos causados por quebra de propriedade intelectual. O Google acredita que o uso das APIs “é justo” e que não deve nada.


Google ia pagar 35 milhões de euros para usar Java

A Oracle processou a Google porque a tecnológica de Mountain View terá usado a linguagem Java sem autorização. Esta linguagem de programação foi desenvolvida pela Sun Microsystems, empresa que foi comprada pela Oracle.

Agora em tribunal, Eric Schmidt, chairman da Google, afirma que a tecnológica estava preparada para pagar entre 26,2 e 35 milhões de euros por uma licença de cinco anos para usar a tecnologia Java no Android, mas que o acordo acabou por cair.

Segundo o Wall Street Journal, Jonathan Schwartz, na altura CEO da Sun, afirma que o acordo previa que fosse colocado o logo do Java no Android, assim como a utilização de mais porções da linguagem de programação.

De acordo com Schwartz, as conversações caíram porque a Google não queria depender de outra empresa para a sua tecnologia principal.


(Mais notícias) Oracle e Google duelam pelo uso do Java no Android

Em mais uma etapa do disputa judicial entre a Oracle o Google, da Aphabet, sobre a propriedade intelectual da Java, as duas empresas travam um round em São Francisco, nos Estados Unidos.

Ao se pronunciar, o advogado da Oracle, Peter Bicks, observou que, até o fim do seu pronunciamento, estipulado em 60 minutos, cerca de 100 mil smartphones Android terão sido ativados,e três bilhões de telefones foram ativados desde que o processo começou, em 2012. E que isso se traduziu em 42 bilhões de dólares em receita para o Google, ele disse, e todos esses telefones contêm propriedade valiosa da Oracle.

"Você não pega a propriedade de alguém sem permissão e usa para seu próprio benefício", disse Bicks. Ele afirmou que a defesa do Google não pode cobrir o que eles fizeram com o Java, e a chamou de "desculpa do uso justo". Sob a lei do copyright nos Estados Unidos, o "uso justo" permite utilização limitada de material protegido, sem adquirir permissão do detentor dos direitos, para propósitos como pesquisa, comentários ou produção de notícias.

A disputa entre Oracle e Google não tem uma sentença definitiva. O Android foi lançado em novembro de 2007 em versão alpha. A primeira versão comercial, Android 1.0, foi liberada em setembro do ano seguinte. A Oracle acusa o Google de usar, sem pagar, a tecnologia Java, incorporada ao portfólio da companhia com a compra da Sun Microsystems.

Em junho do ano passado, a Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou pedido do Google e devolveu o processo da Oracle à Justiça Federal. Se vencer a batalha no novo júri no tribunal federal de San Francisco decidir contra o Google sobre o uso justo, então será considerado o pedido da Oracle para receber US$ 9 bilhões como indenização.

O Google, por sua vez, argumentou que os elementos do Java em questão não devem ser sujeitos ao copyright de quaisquer maneiras, e mesmo se forem, a Oracle teria supestimado muito seu pedido de danos. O duelo Oracle x Google divide o setor de tecnologia nos EUA. Yahoo!, Red Hat e HP já se posicionaram favoráveis à Google, enquanto Microsoft, NetApp e EMC apoiam a Oracle.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Google e Oracle travam uma batalha judicial perigosa sobre as APIs do Android

A Oracle, atual dona da linguagem de programação Java, está há anos buscando compensações judiciais do Google pelo uso das suas APIs. E, como qualquer processo que envolva patente de tecnologia, os valores são bilionários, agora chegando à cifra de respeitáveis R$ 9,3 bilhões (R$ 32,74 bilhões em uma conversão direta com o câmbio de hoje), valor referente à violação de copyright de 37 APIs utilizadas no Android.

Trata-se apenas de um novo capítulo, já que a Oracle não mostra sinais de parar de caçar o Google, que ganhou a primeira batalha travada nos tribunais, mas teve seu pedido de apelo negado alguns meses depois. O Google já está tomando providências para evitar a Oracle com o Android N, que trocará o Java pelo OpenJDK (ou seja, nada de processos à partir daí. Em teoria), mas terá que lidar com a empresa pelo seu valor exorbitante pedido até que isso aconteça.

O Google alega que usa as 37 APIs contestadas pela Oracle de "forma justa", alterando-as de uma forma que não podem ser consideradas cópias. E, mesmo se fosse o caso, o Java é gratuito para uso em última instância, ainda que o seu uso por empresas entre em uma zona cinzenta. É claro que a Oracle não concorda com o "uso justo" alegado pelo Google, já que é de seu interesse receber compensações completamente fora da realidade pelo uso da tecnologia, que originalmente pertencia à Sun Microsystems, que foi adquirida por ela.

Por que exorbitante? Segundo o Google, a Oracle confunde o valor correto das APIs, supondo que realmente fosse elegível para receber uma compensação, com o valor da plataforma Android como um todo. Naturalmente a Oracle sabe disso, já que provavelmente sabe que não irá receber um valor tão alto, estipulando US$ 9,3 bilhões como uma espécie de lastro para entrar em um acordo com o Google antes que o caso encerre, como geralmente acontece nesse tipo de processo. Ou seja, mesmo que a possibilidade de receber um valor tão alto, é bastante provável que a Oracle consiga arrancar algum dinheiro do Google.

Isso estabelece um precedente perigoso, já que mesmo que o Google seja o alvo principal da Oracle, ele não será o único a ser penalizado caso o processo termine de forma favorável para a gigante de buscas. O crescimento explosivo do Android nos últimos anos se deve, principalmente, pela qualidade e quantidade dos apps disponíveis da plataforma. Por funcionarem no Android, boa parte dos desenvolvedores e empresas sofrerão junto, já que é quase impossível que não usem alguma API do Android.

Então, se a Oracle vencer, pode começar a ir atrás de desenvolvedores menores, que não só não possuem tantos meios de se protegerem contra a Oracle quanto o Google, mas pode prejudicar o desenvolvimento e a propagação do Android como um todo, já que terá o precedente positivo a seu favor.

Pelo menos o Google não está sozinho, já que a Electronic Frontier Foundation está do lado da empresa, apresentando precedentes que favorecem a gigante de buscas para a corte americana. E a EFF já avisa: restringir os desenvolvedores de usar uma API (seja Java ou qualquer outra) pelo medo de sofrer represálias e processos futuros pode prejudicar a economia do desenvolvimento dos softwares como um todo, com muitos perdedores e poucos vencedores.

Fonte: TudoCelular

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Oracle libera 136 atualizações de segurança para diversos produtos

A Oracle liberou outra atualização “monstruosa” de segurança. A companhia corrigiu 136 falhas em uma grande quantidade de produtos. O conserto inclui o Database Server, E-Business Suite, Fusion Middleware, Oracle Sun Products, Java e MySQL.

A maior mudança foi a adoção do Common Vulnerability Scoring System (CVSS) 3.0, que reflete com mais acerácea o impacto das falhas do que a versão anterior e permite identificar a severidade de algumas ameaças e quais devem ser priorizadas.

Dentre as brechas consideradas elevadas ou críticas, estão o Oracle Database Server, Fusion Middleware, Enterprise Manager Grid Control, E-Business Suite, Supply Chain Products Suite, PeopleSoft Products, Financial Services Software, Java SE, Sun Systems Products, Virtualization, MySQL e Berkeley DB.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Google e Oracle não conseguem chegar a acordo sobre Java no Android

Foram seis horas no tribunal e nenhum desfecho. Os líderes do Google e da Oracle se encontrarem na sexta-feira (15/04) para decidir se houve ou não quebra de patentes na utilização do Java para construção do Android. Por fim, as empresas não chegaram a um acordo.

“Depois de uma primeira rodada, esse caso falhou. A corte observou que alguns casos precisam ser julgados. Esse, aparentemente, precisa ser julgado duas vezes”, disparou o juíz Paul Singh Grewal, magistrado responsável por mediar as conversas.

A Oracle acusa o Google de violar patentes do Java na construção do sistema operacional móvel Android. Enquanto a gigante de buscas alega que não cometeu nenhum crime, devido a forma como utilizou a plataforma, a fabricante de tecnologias de banco de dados cobra US$ 9,3 bilhões em danos.

Um relatório da empresa de Larry Ellison estima que os danos causados pela alegada violação cometida consideram US$ 475 milhões por quebra de direitos autorais e US$ 8,8 bilhões frente ao lucro obtido a partir do Android

Uma nova audiência para decidir o rumo da disputa deve ocorrer dentro de um mês. Os advogados da companhia de Sundar Pichai esperam reduzir o valor cobrado.

Fonte: IdgNow

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Google contesta avaliação de R$ 34 bilhões em processo da Oracle

Um dos destaques da semana tem sido a briga entre o Google e a Oracle, que processou a gigante de buscas pelo uso irregular do Java no sistema operacional Android.

O Google contestou a avaliação da dívida, de US$ 8,8 bilhões, pelo uso de certas partes da linguagem de programação. Os cálculos da dívida são referentes apenas ao lucro obtido pelo Google com o uso do Java no sistema mobile, mas a Oracle ainda reivindica US$ 475 milhões pela quebra de direitos autorais. O total calculado é de cerca de US$ 9,3 bilhões, aproximadamente R$ 34 bilhões.

Apesar dos valores terem sido sugeridos pelo Dr. James Kearl, especialista contratado pelo tribunal, o Google afirma discordar completamente da avaliação, "feita com base em um quadro analítico impróprio", segundo a companhia.

 A briga judicial entre as empresas teve início em 2010 e em 2012 as gigantes se enfrentaram no tribunal. Contudo, o processo não foi resolvido na ocasião, pois, aparentemente, o Google poderia fazer uso do Java em algumas circunstâncias.

A próxima fase do processo ocorrerá no dia 27 de abril, quando o júri decidirá se Mountain View tinha o direito de fazer uso do Java gratuitamente ou se deve a Redwood um valor de direitos autorais pela utilização de anos sem licença.  O documento do processo, liberado nesta quarta-feira (30), pode ser lido na íntegra aqui.

Fonte: CanalTech

terça-feira, 29 de março de 2016

Oracle processa Google em US$ 9,3 bilhões por uso do Java no Android

A Oracle está cobrando judicialmente US$ 9,3 bilhões do Google por uso do Java no Android. A companhia de banco de dados entrou com a ação há seis anos, alegando que a gigante de buscas precisaria pagar licenças para utilização de partes de sua tecnologia em seu sistema operacional móvel.

As empresas se encontraram no tribunal para discutir o assunto em 2012. Mas, na ocasião, o júri ficou dividido em uma questão que indicava que a ferramenta teria algumas permissões de utilização em circunstâncias limitadas. Larry Ellison e Eric Schmidt se encontrarão novamente em frente a um juiz em maio.

A Oracle contratou um especialista, que elaborou um relatório que lista e calcula os danos causados pela alegada violação cometida pelo Google. Pleito contempla US$ 475 milhões por quebra de direitos autorais e US$ 8,8 bilhões frente ao lucro obtido a partir do Android

Os valores poderiam ser reduzidos se o caso não tivesse chegado a instâncias jurídicas. De fato, o montante pedido é cerca de 10 vezes maior do que a última vez que as companhias se encontraram na justiça.

O aumento reflete o crescimento dramático do Android e do mercado de smartphones ao longo dos últimos anos. O novo julgamento vai cobrir seis versões adicionais do Android, chegando até o Lollipop.

O Google contratou seu próprio especialista para defender que o valor devido é bem inferior ao pleiteado pela Oracle. O documento com a estimativa da empresa, porém, ainda não veio a público.

A gigante de buscas preferiu não respondeu ao um pedido de comentário e um porta-voz da fabricante de bancos de dados se recusou a se manifestar.

No primeiro julgamento, o júri considerou que o Google violou um copyright que pertencia à Oracle ao usar no Android sua “estrutura, sequência e organização” de 37 interfaces de programação Java.

O juíz William Alsup, mais tarde, determinou que APIs não são elegíveis para se beneficiar de direitos autorais nos Estados Unidos, decretando um golpe quase falta às intenções da Oracle, que resolveu apelar à Suprema Corte norte-americana.

Porém, é bastante estranho a ideia de uma companhia usar a tecnologia de outra como um dos alicerces de seus sistemas operacionais sem obter uma licença (que, no caso, era vinculada à Sun).

A gigante, na época que apostou no Android, estava correndo para ter um sistema operacional pronto para o mercado antes de seus concorrentes. Para isso, optou por usar Java que, afinal, já era usado por milhões de programadores familiarizados com a linguagem.

O Google nega qualquer irregularidade. A companhia afirma que o uso da plataforma é coberto é justa e que permite a cópia em casos limitados.