quarta-feira, 23 de março de 2022

Lançado o JDK 18

 As maiores mudanças entregues no Java 18 são:

Atualizações e melhorias nas bibliotecas

JEP 400: UTF-8 por padrão – Define UTF-8 como o conjunto de caracteres padrão das APIs Java padrão. Com essa alteração, as APIs que dependem do conjunto de caracteres padrão se comportarão de forma consistente em todas as implementações, sistemas operacionais, localidades e configurações.
JEP 408: Simple Web Server – Uma ferramenta de linha de comando e API para iniciar um servidor web mínimo que serve apenas arquivos estáticos. Esta ferramenta será útil para prototipagem, codificação ad-hoc e propósitos de teste, particularmente em contextos educacionais.
JEP 416: Reimplementar Core Reflection com Method Handles – Reimplementa java.lang.reflect.Method, Constructor e Field sobre os handles de método java.lang.invoke. Ao tornar o método manipula o mecanismo subjacente para reflexão, ele reduz o custo de manutenção e desenvolvimento das APIs java.lang.reflect e java.lang.invoke.
JEP 418: Resolução de endereço de Internet SPI – Define uma interface de provedor de serviço (SPI) para resolução de nome e endereço de host, para que java.net.InetAddress possa usar resolvedores diferentes do resolvedor integrado da plataforma.

Ferramentas

JEP 413: Trechos de código JEP na documentação da API Java – Introduz a tag @snippet para o Doclet padrão do JavaDoc para simplificar a inclusão de código-fonte de exemplo na documentação da API.

Visualização e incubadoras para versões posteriores do JDK

JEP 417: Vector API (Terceira Incubadora) – Fornece uma API para desenvolvedores alavancarem de forma confiável arquiteturas de CPU que fornecem extensões vetoriais escaláveis. Isso levará a um desempenho superior em comparação com cálculos equivalentes em processadores não estendidos.
JEP 419: Função Estrangeira e API de Memória (Segunda Incubadora) – Permite que programas Java interoperem com código e dados fora do tempo de execução Java. Ao invocar eficientemente funções externas (ou seja, código fora da JVM) e ao acessar com segurança a memória externa (ou seja, memória não gerenciada pela JVM), a API permite que programas Java chamem bibliotecas nativas e processem dados nativos sem a fragilidade e as armadilhas de JNI.
JEP 420: Correspondência de padrões para switch (segunda visualização) – Aprimora a linguagem de programação Java com correspondência de padrões para expressões e instruções de switch, juntamente com extensões para a linguagem de padrões. Estender a correspondência de padrões para switch permite que uma expressão seja testada em vários padrões, cada um com uma ação específica, para que consultas complexas orientadas a dados possam ser expressas de forma concisa e segura.

Programas Java à prova de futuro

JEP 421: Finalização obsoleta para remoção – A finalização permanece habilitada por padrão por enquanto, mas pode ser desabilitada para facilitar o teste. Em uma versão futura, ela será desabilitada por padrão e, em uma versão posterior, será removida. Os mantenedores de bibliotecas e aplicativos que dependem da finalização devem considerar a migração para outras técnicas de gerenciamento de recursos, como a instrução try-with-resources e limpadores .

Fonte: InforChannel

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Comemorações de 25 anos de Java

No dia 10 de julho de 2020 vai acontecer um evento virtual gratuito,JetBrains Technology Day for Java, reunindo os maiores líderes. Os líderes do setor apresentarão vários tópicos para ajudá-lo a aumentar suas habilidades e criatividade. A agenda inclui palestras sobre Java moderno, frameworks, testes,garbage collectors com concorrência, contribuição para o OSS e muito mais.


Para inscrever acesse o site da JetBrains


terça-feira, 5 de novembro de 2019

A Microsoft assinou um acordo para participar do OpenJDK

A comunidade OpenJDK informou que a Microsoft assinou um acordo para participar do OpenJDK. Confira os detalhes dessa novidade.
OpenJDK é a versão gratuita da plataforma de desenvolvimento Java sob o conceito de linguagem orientada a objetos. É o resultado de esforços constantemente feitos pela empresa chamada Sun Microsystems.
Essa implementação é catalogada dentro da licença GNU GPL, com exceção dos links; portanto, alguns dos componentes das pastas e sites da classe Java são finalizados a partir dos termos da licença a serem considerados na versão estipulada como GNU.
Alguns dias atrás, foi anunciado por meio de uma mensagem enviada à lista de distribuição da comunidade OpenJDK, na qual Bruno Borges, da Divisão de Gerenciamento de Produtos Java da Microsoft, anunciou que a Microsoft assinou formalmente um contrato de colaboração.com o “Oracle Contributor Agreement” (Contrato de Colaborador Oracle) da Oracle e foi recebido na comunidade Java.
Com o qual, em um primeiro estágio, a equipe de desenvolvimento Java Microsoft pretende limitar-se a corrigir erros e executar o trabalho de backport para ingressar na comunidade e se adaptar às regras de desenvolvimento do OpenJDK.
A equipe de engenharia do Microsoft Java já declarou que está comprometida com outros grupos e filiais da Microsoft que usam Java, juntamente com parceiros no ecossistema Java, incluindo Oracle, Blue Systems, Red Hat, Pivotal, Intel e SAP.

Por exemplo, a Microsoft já percebeu que, na comunidade OpenJDK, a maneira preferida de promover a inovação é discutir inicialmente as mudanças antes da publicação dos patches.

Ele então reafirmou o compromisso da Microsoft com o Java e que a equipe espera devolver algo à comunidade Java.

No entanto, a equipe não apenas entrará em ação com força, mas começará com pequenas correções de bugs e coisas assim, para que eles aprendam a ser “bons cidadãos dentro da comunidade OpenJDK”.
E já faz muito tempo que a Microsoft trabalha lado a lado com a Oracle para participar do desenvolvimento do Java para garantir que a JVM forneça desempenho adequado em seu sistema operacional Windows.

Desde anteriormente, a adoção do Java pela Microsoft percorreu um longo caminho desde os anos 90, quando o criador do Java Sun Microsystems processou a Microsoft por quebra de contrato.
A Sun alegou que a Microsoft havia distribuído uma versão do Java incompatível com a da Sun, que lançou uma chave na promessa da Sun “Write Once, Run Anywhere” para Java. A Microsoft respondeu e a disputa foi resolvida no início de 2001.

Nos últimos anos, a Microsoft lançou campanhas de recrutamento massivas, cujo objetivo principal era atrair ex-funcionários da Oracle para fortalecer suas equipes de desenvolvimento de ferramentas.

Isso levou à padronização dos kits de desenvolvimento Java que permitem que os desenvolvedores Java interajam com seus serviços em sua plataforma de nuvem do Azure.

Mas, apesar disso, é a primeira vez que a gigante de Redmond integra o OpenJDK em suas tarefas para contribuir diretamente para o desenvolvimento do Java. Borges, ele próprio é um ex-desenvolvedor da Oracle.

Ele apresentou Martijn Verburg como o líder da equipe de engenharia Java que trabalhará em conjunto com outros parceiros no ecossistema Java.

Martijn Verburg também é CEO da jClarity, um dos principais colaboradores do AdoptOpenJDK adquirido pela Microsoft em agosto deste ano para aprimorar o suporte a Java no Azure. Portanto, presumivelmente, permanecerá fiel à sua forma e continuará contribuindo para o mundo Java, somente agora com a Microsoft em suas fileiras.

Bruno Borges indica que, no início, o Backports continua estudando e observando os usos e políticas executados no OpenJDK, por exemplo, discutidos na lista de discussão para chegar a um consenso antes de tentar publicar um patch.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Java 12 deve ser lançado no próximo mês

A versão mais recente do Java deve ser lançada daqui exatamente um mês, em 19 de março. Os desenvolvedores estão na expectativa de ver essa atualização desde o início de fevereiro, segundo a agência SD Times.

Java é uma linguagem de programação desenvolvida na década de 1990 e se tornou uma das mais usadas e mais famosas entre os devs. A seguir, você vê uma lista de recursos que serão adicionados ou alterados no Java 12:

Shenandoah: Garbage Collector com tempo de pausa baixo (GC):
Shenandoah reduzirá os tempos de pausa do GC by running evacuation executando o trabalho simultaneamente com a execução de encadeamentos Java. Este será um recurso experimental.

Microbenchmark Suite:
O código-fonte do JDK terá um conjunto básico de microbenchmarks, o que facilitará a execução de microbenchmarks existentes ou a criação de novos.

Switch Expressions:
Uma extensão da instrução switch que permitirá que seja usada como uma declaração ou uma expressão. Segundo a Oracle, ambas as formas podem usar um escopo “tradicional” ou “simplificado” e controlar o comportamento do fluxo. Esse recurso de visualização simplificará a codificação diária e preparará os desenvolvedores para usar correspondência de padrões no switch.

JVM Constraints API:
Esta API modelará descrições nominais dos principais artefatos de key class-file e de tempo de execução, explicou o site da Oracle.

One AArch64 Port:
A Oracle removerá todas as fontes relacionadas à porta arm64, mantendo apenas a porta ARM de 32 bits e a porta aarch64 de 64 bits. Ao remover a porta arm64, os colaboradores serão incentivados a concentrar seus esforços em uma única implementação, explicou a Oracle.

Default CDS Archives:
O Oracle aprimorará o processo de criação do JDK para criar um arquivo de compartilhamento de dados (CDS) de classe, que melhorará o tempo de inicialização para uso.

Abortable Mixed Collections for G1:
Isso possibilitará adortar coleções mistas de G1 se elas excederem a meta de pausa.

Retornar imediatamente a memória comprometida não utilizada do G1:
O Oracle está aprimorando o G1 GC para que ele retorne automaticamente a memória heap Java ao sistema operacional, se estiver ocioso.

Java
“O desenvolvimento do Java é, em muitos aspectos, um termômetro para a comunidade de desenvolvedores como um todo”, disse Sky Guo, CEO da Cypherium, uma plataforma de contrato inteligente. “Com a maior comunidade de desenvolvedores do mundo, o Java deve agir com delicadeza quando se trata de atualizações e novos lançamentos, já que o objetivo desses novos lançamentos é frequentemente manter a lealdade e o interesse sem balançar o barco. Mais frequentemente do que não, isso significa facilitar a integração antes da inovação inovadora. Do ponto de vista da integração do blockchain – particularmente com projetos como o Cypherium que suportam o Java de várias maneiras – essas atualizações são inestimáveis ​​na aceleração da aceitação e adoção mainstream. ”

Fonte: Imasters

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Java SE 11: Oracle Acelera Produtividade com Nova Versão

A Oracle acaba de anunciar a disponibilização do Java SE 11 (JDK11), no seguimento do seu compromisso para disponibilizar regularmente inovações e atualizações Java à comunidade.

O JDK 11 oferece aos programadores um conjunto de novas melhorias a nível da produtividade, bem como suporte à criptografia moderna e standards internet, incluindo TLS 1.3 e HTTP/2.

O JDK é a primeira Long Term Support (LTS) update a ocorrer apenas seis meses após o anúncio da Oracle, o JDK 11, e resulta da profunda colaboração entre os engenheiros da Oracle e os membros da comunidade mundial de programadores Java através da OpenJDK Community e da JCP. Desde o lançamento do Java SE 8, que a comunidade tem vindo a colaborar em mais de 100 novos melhoramentos que foram sendo introduzidos através do JDK 9, 10, e 11.

“O protocolo TLS 1.3 foi recentemente aprovado, e são excelentes notícias que o Java SE 11 o suporte imediatamente,” afirma Jim Manico, coautor do Iron Clad Java e fundador da Manicode Security. “O novo ciclo de atualizações do Java para o Java SE significa que importantes protocolos de segurança e outros standards, tais como o TLS 1.3, podem ser disponibilizados e adotados rapidamente, dotando os programadores de aplicações, com mais ferramentas para escreverem software seguro, na linguagem mais popular do mundo, o Java!”

Os clientes podem agora migrar do Java SE 8 para o Java SE 11, ao ritmo que for mais conveniente para responder às necessidades dos seus negócios, suportados pelo Long Term Support da Oracle. A Oracle irá oferecer aos seus clientes atualizações de segurança e de resolução de bugs no JDK 11 em 2026, sendo que o próximo lançamento LTS está já previsto para setembro de 2021.

“Graças às melhorias contínuas realizadas pela Oracle e pela Comunidade Java, a JVM continua a ser a melhor plataforma para o desenvolvimento de aplicações,” afirma Rafael Winterhalter, da Scienta Norway e criador do popular mecanismo de geração de códigos e manipulação de dados para Java, o Byte Buddy. “Confio na versão Java SE 11, porque podemos ver os benefícios dos módulos do sistema a transformarem-se em realidade, tornando as aplicações Java mais condensadas e transparentes. Estes aspetos são fulcrais, sobretudo à medida que as aplicações estão a ganhar um maior nível de complexidade, e estão cada vez mais sujeitas a um número crescente de dependências. As novas funcionalidades, quando exploradas como ‘nestmates’ são muito promissoras no que diz respeito a melhorar a inicialização e o desempenho da compilação avança claramente.”

As principais funcionalidades do Java SE 11 incluem:

  • Controles de acesso nest-based: elimina a necessidade de os compiladores inserirem métodos de ligação no alargamento das acessibilidades.
  • Dinâmica constante dos class-file: reduz os custos da disrupção na criação de novas formas de materialização dos class-file constantes e oferecer um leque mais amplo de opções, para facilitar a escrita e a compreensão dos códigos, bem como o seu desempenho.
  • ZGC: (experimental) uma caixa do lixo escalável e de baixa latência.
  • Epsilon: implementação GC totalmente passiva, com um limite mínimo de alocação e a menor latência possível de sobrecarga.
  • Flight Recorder: quadro de recolha de dados com custos mínimos, para resolver os problemas e as sobrecargas das aplicações Java e HotSpot JVM.

“As atualizações do modelo LTS permitem aos nossos clientes migrar de uma versão Java SE LTS para outra mais atual ao seu próprio ritmo, ao mesmo tempo que garante que o ecossistema de programadores Java pode aceder, mais rapidamente do que nunca, às melhorias introduzidas,” afirma Georges Saab, Vice President, Software Development, Java Platform Group, da Oracle. “Com a introdução da Oracle Java SE Subscription, os clientes passaram também agora a ter acesso a uma forma fácil de aproveitar os lançamentos regulares das atualizações testadas e certificadas de desempenho, de estabilidade e de segurança, diretamente da Oracle.”

Java SE Subscription é a oferta mais econômica e previsível da Oracle para gerir as instalações de Oracle Java SE nas empresas. Mais informação sobre o JDK 11, incluindo a lista completa das funcionalidades disponível em Java PM blog.

Para conhecer as atualizações mais recentes, participe no Oracle Code One, a conferência inaugural dos programadores, que terá lugar em São Francisco, nos EUA, de 22 a 25 de outubro de 2018. Registe-se em https://www.oracle.com/code-one


Fonte: Techenet com adaptações

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

9 a cada 10 empresas brasileiras usam Java no mainframe



Estudo realizado pela BMC aponta que executivos estão otimistas com a utilização de mainframes. Segundo o levantamento, que ouviu mais de 1,1 mil executivos e profissionais técnicos, 93% dos executivos e 92% do total de entrevistados globais consideram o mainframe como uma plataforma sólida e de longo prazo - o nível mais alto em cinco anos. Entre os respondentes brasileiros a porcentagem foi ainda maior: 97%.

A pesquisa destaca também como as organizações estão se tornando cada vez mais proativas com a estratégia de mainframe para facilitar a dinâmica dos negócios digitais modernos.


Como parte da modernização destes equipamentos, 82% dizem utilizar Java no mainframe. No Brasil, a porcentagem foi de 91%.


As equipes de operações e de aplicações estão tirando proveito das novas práticas e tecnologias para modernizar os seus ambientes de mainframe. Quase metade (48%) utiliza práticas de Agile/DevOps em seus ambientes de mainframe. O número no Brasil foi 24%;

Ainda, 42% listaram a modernização de aplicações como uma de suas quatro prioridades. No Brasil, a modernização de aplicações está entre as quatro prioridades para 35% dos respondentes.

O levantamento mostra também que 20% classificaram AIOps e análises operacionais como uma de suas quatro prioridades. No Brasil, a porcentagem foi próxima, 19%.

Bill Miller, Presidente de ZSolutions na BMC, destaca que a digitalização e a mobilidade estão impondo forte pressão tanto em TI quanto em mainframes para gerenciar mais volume, variedade e velocidade de transações e dados, com workloads cada vez mais voláteis e imprevisíveis. " Pesquisa Mainframe 2018 da BMC mostra um futuro promissor em que o mainframe brilha devido a seus pontos fortes em termos de escalabilidade, disponibilidade e segurança. Na BMC, estamos ajudando nossos clientes a evoluírem os recursos de seus Mainframes para avançar em suas estratégias de negócios", apontou.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Google disponibiliza API do Google Fotos para desenvolvedores

O Google anunciou a disponibilidade de sua nova API da biblioteca do Google Photos, projetada para ajudar os desenvolvedores a criar novas experiências para (ou pelo menos organizar) nossas coleções de imagens do Google Photos.

A nova API da biblioteca do Google Photos permitirá que os desenvolvedores criem novas experiências de aplicativos com tecnologia do Google Photos, incluindo a capacidade de fazer upload de fotos para a biblioteca ou um álbum. Além disso, é possível localizar e filtrar fotos com base no conteúdo delas, usando uma variedade de categorias, como animais de estimação, selfies e casamentos.

Outras opções de filtro incluem a data, a localização e o formato da foto (como JPG, PNG etc.). As fotos encontradas pela API podem ser organizadas em álbuns e receber informações adicionais, como título, descrição e local.

A API da biblioteca do Google Photos entrou na versão “preview” de desenvolvedor em maio, mas agora está disponível para todos usarem. Juntamente com esse lançamento oficial, estão as bibliotecas para clientes Java e PHP, a fim de ajudar os desenvolvedores a iniciar o desenvolvimento com a nova API o mais rápido possível. A inclusão de uma biblioteca Java é voltada claramente a desenvolvedores do Android, por isso, em breve, poderemos ver vários novos aplicativos aproveitando o Google Photos.

Você pode ler o anúncio oficial no Blog do Google Developers, e os profissionais interessados em começar a usar a API da bliblioteca do Google Photos devem conferir a documentação, incluindo um guia para migrar um aplicativo das APIs antigas do Google Picasa.

Fonte: TecMundo

sábado, 4 de agosto de 2018

Empresas alemãs buscam brasileiros

Um evento em São Paulo vai reunir empresas que buscam profissionais de TI brasileiros para preencher vagas na Alemanha.

Organizado pela agência federal de empregos da alemanha, o evento contará com empresas como Compusafe, Delta IT Solutions, Akka e Tecmata.

As organizações buscam profissionais experientes, com inglês fluente e conhecimento da língua alemã.

Entre as vagas abertas estão frontend developer (com conhecimentos de JavaScript, HTML5, CSS, Angular, ReactJS ou NodeJS, JSF, JSP);  big data consultant (Azure, AWS C# ou Java); test engineer (C, C++, Visual Basic, CANoe, Matlab, Simulink, INCA); embedded senior software engineer (C, VBA, LabVIEW, CAN, LIN, FlexRay) e DevOps Engineer (Azure, AWS, machine learning, IoT, Docker ou Kubernetes, Agile, DevOps, Automation).

As empresas ainda esperam contratar desenvolvedores Java ou JavaEE, desenvolvedores AUTOSAR, consultores SAP ABAP e consultores SAP Hana. 

O “Quero Trabalhar na Alemanha” vai acontecer nos dias 22 e 23 de agosto. Para participar do encontro e ter a chance de conhecer os recrutadores, é preciso enviar currículo em inglês ou alemão para brasil@arbeitsagentur.de com o assunto Brasil-IT-2018.

Além dos encontros com recrutadores, o evento promoverá palestras sobre vida e trabalho na Alemanha, com consultoria sobre imigração.

Fonte: Baguete

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Atualizações do Java 8 acabam em Janeiro de 2019

A Oracle anunciou que vai deixar de publicar atualizações para o Java 8 em Janeiro de 2019. Com o fim das atualizações anunciadas a Oracle alerta que, após essa data as empresas vão precisar adquirir uma licença empresarial para receber as atualizações dos produtos Oracle Java SE.

Num novo comunicado sobre a revisão do”roadmap”, a Oracle explica que as atualizações públicas da versão Java SE 8 publicadas após Janeiro de 2019 não estarão acessíveis a empresas sem as respectivas licenças comerciais. No entanto, as atualizações públicas para usos particulares estarão disponíveis pelo menos até ao final de 2020. 

A Oracle recomenda às empresas a revisão do “roadmap” de suporte do Java SE para ter acesso aos requisitos de suporte  para migrações futuras para novas versões ou obter um licença comercial. 

O clientes que utilizam o SE como parte de outros produto Oracle poderão continuar a aceder ao Java SE 8 para aqueles produtos após 2018. Segundo a Oracle, os programadores deverão igualmente rever o “roadmap” para o as versões Java SE 8 e posteriores e tomar medidas apropriadas com base nas suas aplicações e modelos de distribuição. 

Anteriormente, a Oracle decidiu alargar as actualizações públicas do JDK 8, o kit de programação para o Java SE 8, até, pelo menos Janeiro 2019, depois de ter originalmente planeado para terminá-los em Setembro. O JDK 8 foi lançado em Março de 2014. Oracle lançou o JDK 9 em Setembro de 2017 e a JDK 10 no mês passado, avançando em seis meses a cadência e lançamentos. O JDK 11 deverão sair em Setembro.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Estas são as 20 linguagens de programação mais usadas

Está interessado em aprender a programar ou em expandir seus conhecimentos de TI? Anualmente, o Stack Overflow, site de perguntas e respostas usado por programadores em todo o mundo, lança um relatório indicando quais são as linguagens de programação mais usadas.

Na edição de 2018, mais de 100 mil programadores participaram do levantamento, que colocou o JavaScript como código mais utilizado. Diferentemente do Java (usado em apps para Android), o JavaScript permite a criação de elementos interativos em sites, o que o torna popular. Recentemente, o Google lançou um aplicativo grátis que visa ensinar a linguagem com pequenos jogos.

Apesar de o HTML ser uma linguagem de marcação, ela aparece em segundo lugar, seguida do CSS, ambas muito usadas em sites. Já o SQL é normalmente usado para lidar com um grande volume de dados, assim como o Python.

O Java aparece em quinto lugar no ranking, enquanto seu “rival”, Swift–usado em apps para iPhone–ficou em último lugar.

Muito usada em bancos, a linguagem Cobol não figurou no ranking, apesar da promessa de altos salários.

Quase 60% dos programadores que participaram da pesquisa se identificaram como desenvolvedores back-end, enquanto cerca de 20% se descreveram como desenvolvedores mobile. Fora isso, 30,1% dos participantes do levantamento disseram que trabalham com programação profissionalmente de zero a dois anos, 27,4%, de três a cinco anos, e 14,6% de seis a oito anos. No Brasil, os programadores participantes tinham, em média, 25 anos, enquanto o tempo de experiência média no setor era de oito anos.

O relatório traz uma série de dados sobre plataformas, bibliotecas e outras curiosidades sobre programadores. Você pode conferi-lo na íntegra, em inglês, aqui.

Veja a lista de linguagens de programação mais populares a seguir.

1.JavaScript
2.HTML
3.CSS
4.SQL
5.Java
6.Bash/Shell
7.Python
8.C#
9.PHP
10.C++
11.C
12.Typescript
13.Ruby
14.Swift
15.Assembly
16.Go
17.Objective-C
18.VB.NET
19.R
20.Matlab

Fonte: Exame

Promoção de exame de certificação da Oracle

A Oracle University, área da Oracle que promove cursos para formação em Tecnologia da Informação, acaba de lançar uma promoção para retake gratuito (segundo teste sem custos) de exame de certificação das soluções Oracle. Os conteúdos dos cursos são relacionados com Java, Oracle Database, Oracle Database Cloud Service e Java Cloud Service.

O processo para o agendamento do(s) exame(s) é simples:

• Acesse o site da Person/VUE e selecione o exame respectivo às tecnologias de interesse;
• Use o código RETAKE18BR e registre-se para ter o segundo exame sem custos;
• O primeiro exame deve ser realizado até o 31 de maio de 2018. Se não for aprovado, a segunda oportunidade, sem necessidade de pagamento, deverá ser realizada antes de 15 de julho de 2018.

“A promoção de retake gratuito é apenas uma prova da missão de Oracle University que incentiva e promove a formação de novos profissionais em TI, bem como ajudar na empregabilidade por meio de conhecimento de alto nível, cada vez mais exigido pelo mercado”, destaca Debora Palermo, diretora de Oracle University, da Oracle do Brasil.

Sobre a Oracle
A Oracle Cloud oferece um portfólio completo de aplicativos para ERP, HCM e CX, além do melhor banco de dados em Plataforma como Serviço (PaaS) e Infraestrutura como Serviço (IaaS), nos data centers localizados nas Américas, Europa e Ásia. Para mais informações sobre a Oracle (NYSE: ORCL. visite www.oracle.com/br.

Marcas Registradas

Oracle e Java são marcas registradas da Oracle e/ou suas afiliadas. Outros nomes são de propriedade de seus respectivos donos.


Fonte: InforChannel

quarta-feira, 14 de março de 2018

Os nove primeiros projetos propostos para o EE4J

Os primeiros nove projetos propostos pela Eclipse Foundation destinados a serem incluídos no Eclipse Enterprise for Java (EE4J) foram feitos. São eles:

Eclipse Grizzly
Eclipse OpenMQ
Eclipse Mojarra
Eclipse Message Service API para Java ( JSR 914 )
Eclipse Tyrus
Eclipse Java API para RESTful Web Services (JAX-RS)
Eclipse Jersey
Eclipse WebSocket API para Java ( JSR 356 )
Eclipse JSON Processing

Como descrito na carta do EE4J, esses projetos foram criados como parte do processo de transição das tecnologias do Java EE 8 e GlassFish da Oracle para a Eclipse Foundation. Todos os projetos novos seguem o processo de desenvolvimento do Eclipse para ser integrado ao EE4J.

Dois projetos adicionais, EclipseLink e Eclipse Yasson , já estão no processo de migração para o EE4J . Informações relevantes para todos os projetos da Fundação Eclipse podem ser encontradas em seu site de notícias sobre atividades de projetos .

Dmitry Kornilov, gerente sênior de desenvolvimento na Oracle, e Mike Milinkovich, diretor executivo na Eclipse Foundation, falaram com o InfoQ sobre esses nove novos projetos.

Uma pergunta importante bem como sua resposta:

InfoQ: O que está no horizonte para o EE4J?

Kornilov: Há muitas coisas acontecendo. O primeiro objetivo é transferir todos os projetos Java EE para a Eclipse Foundation e lançar a primeira versão do EE4J. O plano é que essa versão seja compatível com o Java EE 8. O segundo objetivo é definir um novo processo de padronização que será utilizado no EE4J e irá substituir o processo da JCP que era utilizado no Java EE. E o objetivo final é que, com o processo de padronização definido, seja lançada uma nova versão totalmente desenvolvida pela comunidade Enterprise do Java.

Fonte: InfoQ, adaptado.

sexta-feira, 9 de março de 2018

JavaFX será retirada do Java JDK

A tecnologia para Java, de desenvolvimento de software cliente enriquecido, a JavaFX, será removida do Java Development Kit (JDK). Disponibilizada pela Oracle há dez anos, seguirá o seu processo autónomo de evolução.

Ao ter o seu próprio módulo ficará mais fácil de ser adotada e abre-se caminho a contribuições de mais intervenientes, acredita o fabricante. Na sua visão, com a nova agenda prevista de atualizações mais frequentes para a linguagem Java, e respectivo kit de desenvolvimento, o JavaFX precisa de ter o seu próprio ritmo.

Este será promovido pelas contribuições da Oracle e de outros intervenientes na comunidade OpenJFX. O JavaFX já não fará parte do JDK 21, previsto para Setembro de 2018.

Permanecerá no JDK 10 que será disponibilizado durante a próxima Primavera, segundo a referida agenda. O suporte comercial para o JavaFX no JDK 8 continuará até pelo menos 2022. Com um conjunto de pacotes de software para elementos gráficos e de media, o JavaFX faz parte do JDK desde 2012.

Foi introduzido em Maio de 2007 pelo fabricante fundador da Java, a Sun Microsystems. Tratou-se de uma tentativa de colocar a linguagem na vanguarda do desenvolvimento de software cliente enriquecido, nos desktops e dispositivos móveis. E assim compete com o Adobe Flash e o Microsoft Silverlight.

A Oracle assumiu o controle sobre a tecnologia quando adquiriu a Sun em 2010. Tornou-se código aberto em 2011, teve adopção mas sem relevância muito marcada.

Tal como o Silverlight e o Flash Player, o JavaFX perdeu importância, conforme os programadores procuraram usar mais tecnologias baseadas em normas, particularmente a HTML5, para desenvolver aplicações enriquecidas para Internet.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Novidades no NetBeans IDE da Apache para Java 9

A Apache Software Foundation lançou uma versão beta do seu ambiente de desenvolvimento NetBeans Version 9.0, que inclui as primeiras capacidades existentes no JDK 9. Suporta, por exemplo, o Java Module System introduzido com o Java 9 em Setembro de 2017.

As principais novidades:
‒ um modo “ModulePath” para capacitar o ambiente para o uso de módulos, além de suportar a opção “classpath” de longa data para o “runtime” na busca de ficheiros de classe e recursos;
‒ a capacidade de um projecto típico do NetBeans pode servir como módulo de Java Development Kit 9 através de um ficheiro “module-info.java” no pacote base;
‒ suporte em módulos para o ciclo completo de edição, compilação, depuração e análise;
‒ a capacidade de mostrar dependências do módulo no IDE;
‒ uma interface de utilizador, como console para as ferramentas Java Shell (JShell), REPL (“read-eval-print-loop”), que podem ser suportadas com a configuração do projeto do utilizador;
‒ adição de ações ao instrumentos análise da Java para expandir e colapsar nós em resultados de tabela de árvores.
‒ “Popups” redimensionáveis ​​das ferramentas de análise, para facilitar a manipulação de nomes longos de classe ou método;
‒ Suporte para a PHP 7.1, incluindo visibilidade constante sobre classes, a detecção múltipla de exceções e de tipos anuláveis;
‒ Para o desenvolvimento do PHP 7.0, um instrumento de análise lexical sensível ao contexto;
‒ Também para PHP, o editor sugere tipos de retorno vazio e métodos não abstractos incorretos;
‒ O depurador C / C ++ para depuração “dbx” nativa;
‒ Suporte no editor C / C ++ para a ferramenta de formatação para formato Clang;
‒ Também para o desenvolvimento de C / C ++, uma versão experimental de diagnóstico baseado em Clank, que mostra o caminho de erro de um problema.

O NetBeans 9.0 também traz um novo projeto, o Java Modular Project, para o desenvolvimento de vários módulos JDK 9 em projeto baseado em Ant. Com isso, os projetos de aplicações em Java podem ser empacotados numa imagem JLink para distribuição da aplicação e dos módulos necessários.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Como a descontinuação do plug-in Java para navegadores pode impactar nos negócios dos fornecedores de tecnologia

Recentemente, a Oracle comunicou que o Java 9, próxima versão do Java – plataforma de aplicações que roda em diversos ambientes, como servidores, desktops, navegadores, smartcards, Set-top boxes – não terá mais suporte ao plug-in que roda nos navegadores web, o Java Applets.

Com isso, aplicações que dependem desse recurso terão de migrar para outras tecnologias, como o Java Web Start (JWS), que funciona fora do navegador, ou mesmo reescrever a aplicação utilizando a única tecnologia nativamente suportada pelos navegadores, o HTML5.

Criado para rodar nos navegadores de internet, o Java Applets utiliza um plug-in chamado Java Plugin que já não é suportado nativamente pela maioria dos navegadores (Google Chrome é apenas um deles), e que agora a Oracle resolveu descontinuar de forma definitiva, a exemplo do que foi feito com outras tecnologias, como Adobe PDF Plugin, Microsoft Silverlight etc.

Essa tecnologia já está em desuso há muito tempo, e todos sabiam que os navegadores iriam deixar de suportá-la em algum momento. Na prática, não existem aplicações relevantes que rodam em Applets Java, mas sim, aplicações pequenas que servem apenas como suporte para outras aplicações que rodam dentro do navegador, como um gráfico on-line de cotações da bolsa de valores que fica no portal de uma financeira.

Fornecedoras que estão atentas a essas possibilidades de descontinuação, e que preferem utilizar tecnologias inovadoras com um ciclo de vida mais longo e promissor, saem à frente e se destacam da concorrência, evitando dor de cabeça aos seus clientes.

Para substituir o Java Applets, muitas delas já adotam há anos a versão Java para servidores, o Java EE (Enterprise Edition), que é atualmente uma das tecnologias mais utilizadas no mundo inteiro para aplicações e serviços corporativos, como pode ser verificado em diversos estudos, dentre eles o Github (maior repositório de projetos de software do mundo).

Segundo o Github, em 2017 o Java ficou em terceiro lugar como tecnologia mais utilizada em projetos, sendo que em primeiro e segundo lugares estão Javascript e Phyton, que são amplamente usadas em projetos de aplicações client e scripts de administração, ou seja, Java é de fato a mais usada no quesito General purpose.

Essa plataforma despontou, desde o início dos anos 2000, como uma solução open source e multiplataforma para desenvolvimento de aplicações Web corporativas e é uma das únicas que traz robustez, segurança e o paradigma “Write once, run anywhere”, o que significa que um programa escrito em Java roda sem modificações em diversas plataformas diferentes (Windows, Linux, Unix, MacOS, etc).

É de extrema importância avaliar se seu fornecedor de ERP atua com tecnologias adequadas, que não dependem de versão A ou B dos navegadores para continuarem funcionando, pois isso pode fazer a diferença em um momento crítico do seu negócio.

Fonte: ITforum365

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Estas são as linguagens de programação para ficar de olho em 2018

Se uma das suas promessas para o ano novo é aprender a programar, escolher as linguagens que têm mais demanda podem ajudar você a atingir seus objetivos, seja criar aplicativos, ganhar mais dinheiro ou fazer uma transição de carreira.

O Coding Dojo, site que oferece treinamento e mentoria de carreira, listou 7 linguagens importantes para o ano de 2018.

A lista foi elaborada com base nas vagas disponíveis em um site de empregos chamado Indeed.com. Por conta disso, muitas linguagens populares ou com demanda crescente não aparecem.

Java
Apesar de passar por uma fase de redução de postos de trabalho relacionados a essa linguagem, o Java ainda é a mais importante. Aplicativos para os smartphones e tablets Android são baseados nessa linguagem e 90% das empresas das 500 mais da Fortune usam Java em seus sistemas.

Python
O Python registrou aumento de interesse por parte do mercado em 2017. Ela pode ser usada para tarefas de mineração de dados, aprendizagem de máquina, desenvolvimento web e desenvolvimento de software (como linguagem auxiliar nos dois últimos casos).

JavaScript
O JavaScript é usado por 80% dos desenvolvedores e 95% dos sites, o que o torna extremamente popular. Ele deve ganhar relevância, também, em dispositivos criados para a internet das coisas (IoT).

C++
Conhecida como mais difícil de aprender do que Python ou JavaScript, a linguagem C++ tem aplicações em desenvolvimento de jogos, criação de sistemas e aplicativos, firmware, drivers, entre outras. A demanda por C++ se manteve estável em 2017.

C#
Essa linguagem de programação da Microsoft roda na plataforma .NET e ela é importante para quem tem interesse em trabalhar com desenvolvimento de jogos.

PHP
O PHP é uma linguagem muito usada em desenvolvimento web, normalmente para adicionar funções ao HTML e também para interagir com bancos de dados em MySQL.

Perl
A Perl registrou queda de 3 mil postos de trabalho em 2017 e ficou em sétimo lugar no ranking de linguagens mais populares. Ela ainda é bastante usada por administradores de sistemas e redes.

Três linguagens com demanda crescente foram destacadas pelo Coding Dojo: Swift, R e Rust

Fonte: Exame

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Java SE 9 e Java EE 8 anunciados

A Oracle anunciou recentemente a disponibilização geral do Java SE 9 (JDK 9), da plataforma Java Enterprise Edition 8 (Java EE 8) e do Java EE 8 Software Development Kit (SDK). As coisas estão definitivamente mudando no mundo Java.

Após este lançamento, haverá dois lançamentos de recursos Java por ano. As novas versões Java vêm com muitos recursos, incluindo um novo sistema de módulos voltado para proporcionar maior escalabilidade, segurança aprimorada, melhor gerenciamento de desempenho e desenvolvimento mais fácil na plataforma de programação mais popular do mundo. Outro desenvolvimento importante que vale a pena mencionar, é que o Java EE 8 está se movendo para o Eclipse Foundation e provavelmente terá um novo nome.

Java SE 9

O Java SE 9 vem com mais de 150 recursos novos. No entanto, o destaque do Java SE 9 é o Java Platform Module System, também conhecido como Project Jigsaw, projetado para desenvolvedores para montagem fácil e confiável e manutenção de aplicativos sofisticados. O sistema de módulos é fundamental para tornar o JDK mais flexível, o que significa que os desenvolvedores podem agrupar apenas as partes do JDK que são necessárias para executar um aplicativo ao implantar na nuvem.

“Essa versão do Java SE proporcionará a milhões de desenvolvedores as ferramentas atualizadas que precisam para continuar a construir aplicativos da próxima geração com facilidade, desempenho e agilidade”, disse Georges Saab, vice-presidente de desenvolvimento do Java Platform Group da Oracle.
O Java SE 9 inclui:

  • Jshell: oferece um Read-Eval-Print-Loop interativo para desenvolvedores realizarem uma fácil exploração de APIs e recursos de linguagem.
  • Melhorou o Javadoc com uma função de pesquisa dentro da documentação da API para permitir que os desenvolvedores aprendam novas APIs, assim como informações onde cada módulo define classe ou interface.
  • Aprimoramento das APIs Stream: agora é possível remover/retirar condicionalmente itens de um Stream, iterar sobre os elementos de uma Stream e criar um Stream a partir de um valor anulável ao expandir o conjunto de API Java SE que pode servir como fonte para Stream.


Planos Java 9: a Oracle também anunciou várias mudanças sobre como Java SE e o Java EE serão desenvolvidos e lançados posteriormente. Eles irão se concentrar não somente em APIs melhoradas, como também em recursos de linguagem e JVM. Os lançamentos serão disponibilizados em março e setembro de cada ano, começando em março de 2018.

O lançamento de atualizações será estritamente limitado à correções de problemas de segurança, regressões e bugs em recursos mais recentes com duas atualizações por recurso antes do próximo lançamento.

A Oracle também estará fornecendo compilações OpenJDK sob a Licença Pública Geral (GPL). Ela irá contribuir previamente com recursos comerciais para o OpenJDK e quer tornar a Oracle JDK e OpenJDK mais alinhados.

Java EE 8

Java EE 8 Oracle, Eclipse e outros membros da comunidade estão trabalhando agora para mover as tecnologias Java EE para a Eclipse Foundation. A Oracle mencionou isso no anúncio e prometeu seu apoio contínuo à comunidade Java EE e à Eclipse Foudation.

Os principais recursos do Java EE 8 incluem:

  • Suporte HTTP/2 no Servlet 4.0
  • Nova API de ligação JSON e vários aprimoramentos no JSON-P 1.1
  • Expansão do JAX-RS para suportar eventos Server-Sent e uma nova API de cliente reativa
  • Nova API de segurança para aplicativos baseados em nuvem e PaaS
  • Múltiplos aprimoramentos do CDI, incluindo suporte para eventos assíncronos

A Oracle pretende relicenciar as tecnologias Java EE lideradas pela Oracle e as tecnologias relacionadas ao GlassFish, para a fundação e apresentar uma estratégia de branding para a plataforma dentro da própria fundação, incluindo um novo nome para Java EE. Isso incluiria RIs, TCKs e documentação de projeto associadas.

A Oracle pretende habilitar o uso de nomes de pacotes Java e nomes de especificações de componentes para JSR existentes para fornecer continuidade. Ele procura recrutar e habilitar desenvolvedores e outros membros da comunidade, bem como fornecedores, para patrocinar tecnologias de plataforma e levar a plataforma para dentro da fundação. Isso incluiria a potencial incorporação das tecnologias Eclipse MicroProfile na plataforma.

Fonte: Imasters

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Aprovada a API de segurança do Java EE (JSR-375)

A API de segurança do Java EE, JSR 375, foi aprovada no início de Agosto. Todos os membros do comitê executivo do JCP votaram "Sim", com nenhum voto "Não". A Intel não votou no JSR.

O JSR aperfeiçoou o gerenciamento de usuário, utilização de alias para senhas, mapeamento de regras, autenticação e autorização. Tais melhorias foram modeladas visando facilitar a implementação da API de segurança na nuvem. (Detalhes do JSR 375 foram apresentados pelo InfoQ em Novembro de 2014.)

O site do projeto foi movido para https://github.com/javaee/security-spec. O repositório contém a especificação e 20 issues abertas, possivelmente encontradas após a criação da implementação de referência no Glassfish.

A caminhada do Java EE 8 não tem sido fácil, mas existe uma luz no fim do longo túnel com os recentes JSR aprovados. A Oracle também considera mover o Java EE para uma fundação open source. O diálogo recente com a comunidade é um importante passo para o aumento da transparência da plataforma. Mais detalhes possivelmente serão divulgados na conferência anual da Oracle JavaOne no começo de Outubro. Não se esqueça de verificar conosco, pois a InfoQ irá fornecer uma ampla cobertura.

Fonte: InfoQ

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Eclipse passa a gerir desenvolvimento da Java EE

A Eclipse Foundation vai passar a ser a entidade administradora das especificações Java Enterprise Edition (JEE), antes controladas pela Oracle, que deixou de ter interesse em gerir a plataforma. Como parte da adoção, o Java EE provavelmente receberá um novo nome, algo que a Oracle recomenda na sua proposta de alterações.

Há cerca de um mês atrás, a Oracle disse que iria acabar com o papel de administração do Java EE e transformá-lo em uma base de código aberto. Na sequência de consultas com parceiros para tecnologia Java, como a IBM e a Red Hat, e depois de reunir-se com várias fundações, a Oracle selecionou uma organização com largo histórico no desenvolvimento da Java: a Eclipse Foundation.

Esta criou o seu popular Eclipse IDE e geriu várias outras tecnologias Java. “A mudança do Java EE para um cenário de governo e colaboração aberta será um processo, e não um evento”, avisou o diretor executivo da Eclipse, Mike Milinkovich.

“As nossas discussões iniciais com Oracle, IBM e Red Hat mostraram que há muito apoio para isso acontecer nas equipas de liderança dessa empresas”.

Milinkovich concorda com a Oracle sobre a necessidade de a Java EE ser revista para suportar melhor cloud computing.


Fonte: ComputerWorld

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Java 9 fora da oferta de suporte a longo prazo

O próximo Java Development Kit 9 não será designado para suporte a longo prazo, confirma a Oracle. Sob novo regime de actualizações elaborado pelo fabricante, a versão Java 9 será a primeira versão de adição de recursos e tem ainda a Java 8 como base.

Haverá lançamentos deste tipo, alicerçados numa ou algumas novas funcionalidades significativas, a cada semestre. De três em três anos, a versão será uma base com suporte de longo prazo.

A próxima denomina-se Java 18.9 e só deverá ser disponibilizada a Setembro de 2018. (A designação “18.9” estipula o ano e o mês do lançamento). O estatuto do Java 9 não anula a sua importância, argumenta a Oracle.

A empresa acredita que os programadores vão querer adoptá-la pelas novas capacidades incorporadas. No entanto, as empresas com aplicações em produção poderão preferir aguardar pelo próximo lançamento de longo prazo.

Darão à Oracle e aos autores de bibliotecas e matrizes Java, tempo para remover quaisquer erros das novas funcionalidades. As actualizações para lançamentos de suporte a longo prazo vão estar disponíveis durante pelo menos três anos.

Esses lançamentos são orientados para as empresas que preferem a estabilidade, permitindo que executem aplicações numa única versão. A próxima versão de conjunto de recursos será a Java 18.3, agendada para Março de 2018 (depois da Java 9).

Além dos lançamentos de recursos e suporte de longo prazo, haverá lançamentos de actualização para recursos, limitados à correcção de vulnerabilidades de segurança e erros de código, entre outros problemas. Cada lançamento de funcionalidades está programado para ter duas actualizações antes da versão seguinte dos recursos.

As atualizações públicas para a Java 8, devem terminar em Setembro de 2018, embora o prazo possa ser alargado. Mas o suporte para o JDK 8 vai está disponível até Março de 2025.